A nação do Instagram (governada por um brasileiro)

Paulistano Michel “Mike” Krieger fala da paixão nacional pelo aplicativo de fotos, que criou em 2010, mentiras na internet e riscos da era Trump

Instagram Foto: Gilberto Tadday / Veja

Krieger vem ao Brasil nesta semana para falar dos resultados do Instagram, que ainda comanda, no cargo de chefe de tecnologia | Foto: Gilberto Tadday / Veja

Aos 31 anos, o empreendedor Michel Krieger ostenta um currículo extraordinário. Nascido em São Paulo (o pai era alto executivo de uma empresa de bebidas), ele se mudou em 2004 para a Califórnia, para estudar na Universidade Stanford, no Vale do Silício.

Lá ganhou o apelido de Mike e se destacou no curso de sistemas simbólicos, que reúne disciplinas que vão da computação à psicologia. Trabalhou na Microsoft e em startups, até que, em 2010, criou, com o americano Kevin Systrom, o Instagram.

1 bilhão de dólares

Dois anos depois, vendeu o aplicativo de fotos — então com faturamento zero, mas com 30 milhões de usuários — ao Facebook por 1 bilhão de dólares.

Hoje, o Instagram tem 600 milhões de cadastrados e é avaliado em 30 bilhões de dólares. Casado com uma cientista política americana, com quem fundou a organização Future Justice — cuja meta é reformar o sistema prisional dos EUA —, Krieger vem ao Brasil nesta semana para falar dos resultados do Instagram, que ainda comanda, no cargo de chefe de tecnologia.

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À revista Veja, ele falou dos motivos de seus conterrâneos terem se tornado o segundo maior público do aplicativo, do medo que o Vale do Silício tem do presidente americano Donald Trump e de como as redes sociais parecem cada vez mais iguais entre si.

(Fonte: Veja)

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