Enfermeiro cobre paciente sedada com lençol para cometer estupro, diz polícia

Suspeito pode responder por 15 anos na prisão | Foto: PCGO
Suspeito pode responder por 15 anos na prisão | Foto: PCGO

Um enfermeiro foi preso nesta 3ª feira (18) suspeito de abusar sexualmente de uma mulher que estava internada no Hospital Municipal de Rio Verde, a 230 quilômetros de Goiânia.

A prisão foi efetuada no município de Santa Helena de Goiás.

O crime aconteceu em março de 2022.

Entenda o caso

Perícia analisou DNA de equipe do hospital | Foto: Reprodução

Perícia analisou DNA de equipe do hospital | Foto: Reprodução

Segundo a delegada Jaqueline Camargo, titular da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM), a vítima foi levada ao hospital para receber atendimento médico, após tentar tirar a própria vida.

Quando chegou ao hospital, ela precisou ser sedada e ficou sob influência de forte medicação.

Sem capacidade de reagir, a vítima teria sido abusada sexualmente.

De acordo com as investigações, o enfermeiro do hospital cobriu a mulher com um lençol e, em seguida, cometeu o estupro.

Mesmo sedada, a paciente percebeu algo estranho.

Ao deixar o hospital, ela procurou a polícia.

A vítima realizou exame de corpo de delito.

De acordo com o resultado do exame, o abuso foi confirmado.

A perícia confrontou o material genético encontrado na mulher com o DNA do suspeito que integrava a equipe do hospital.

O resultado deu positivo.

A partir daí, a polícia solicitou à Justiça a prisão.

O enfermeiro, durante o depoimento, negou o crime.

De acordo com a polícia, se ele for condenado responderá pelo crime de estupro de vulnerável, podendo pegar de 8 a 15 anos de prisão em regime fechado.

O suspeito encaminhado para a Casa de Prisão Provisória (CPP) de Rio Verde.

Momento em que suspeito é preso | Foto: PCGO

Momento em que suspeito é preso | Foto: PCGO

Nota da Prefeitura

A Prefeitura de Rio Verde declarou, em nota, que repudia qualquer ato criminoso praticado por qualquer servidor público municipal.

Além disse, se colocarão à disposição das autoridades policiais para colaborar com as investigações e que o suspeito já foi desabonado.

“Informamos ainda que o investigado não é servidor efetivo e atuava como prestador autônomo que já foi descredenciado da saúde”, declarou a Prefeitura.


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