A Prefeitura de Aparecida de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), aposta no uso de “armadilhas” para reforçar o combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Como funcionam as ovitrampas
As ovitrampas são constituídas por um pote preto com água e levedo de cerveja, além de um pequeno pedaço de placa de fibra de madeira.
Os mosquitos colocam seus ovos nessa placa, chamada de paleta, e na parede do recipiente.
Embora as armadilhas pareçam um criadouro de mosquitos, elas são seguras, pois recebem inseticida para impedir o desenvolvimento de larvas.

O produto não representa riscos a humanos ou animais de estimação
Periodicamente, agentes de saúde recolhem esse material e o encaminham para análise em laboratório, o que permite identificar com precisão as áreas com maior circulação do inseto.
Os ovos são retirados antes da eclosão.
A tecnologia é utilizada exclusivamente como ferramenta de vigilância epidemiológica.
Ovos recolhidos em Aparecida com uso das ovitrampas
Desde setembro de 2025, foram coletados mais de 86, 8 mil ovos do Aedes aegypti em Aparecida, indicando a necessidade de monitoramento contínuo e ações preventivas.
Atualmente, 67 ovitrampas estão instaladas em diferentes bairros.
A Prefeitura de Aparecida de Goiânia prevê a ampliação da estratégia para outros setores.
Segundo a administração municipal, o uso das ovitrampas permite antecipar áreas de risco e planejar ações mais eficientes no enfrentamento às arboviroses, complementando medidas tradicionais, como a eliminação de criadouros e o controle ambiental.




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