
Segundo investigações, ao menos 50 foragidos de Goiás estariam escondidos em morros do Rio sob proteção do Comando Vermelho.
Os 5 mortos durante os confrontos tinham mandados de prisão em aberto por homicídio, tráfico e roubo.
O grupo teria se refugiado no Rio ao longo dos últimos meses, aproveitando a estrutura da facção para escapar da Justiça goiana.
Fontes policiais apontam que os criminosos mantinham contato direto com líderes locais e participavam da logística do tráfico em diferentes comunidades.
Durante a operação, intensos tiroteios, barricadas e ações simultâneas em várias regiões da capital fluminense transformaram comunidades do Rio em um cenário de guerra.
Quem eram os 5 goianos mortos na Operação Contenção
Natural de Goiás, apontado como chefe do tráfico em Itaberaí (GO).
Tinha mandado de prisão em aberto por homicídio e associação criminosa.
Mudou-se para o Rio entre o fim de 2024 e início de 2025.
Segundo a polícia, exercia liderança local do CV em comunidades fluminenses.

Preso em 2017 em Goiânia por envolvimento no assassinato do filho de um policial militar.
Estava foragido desde 2021.
Investigado por ligação direta com o CV e proteção em favelas da zona norte carioca.

Condenado por homicídio em Trindade (GO) e com mandado em aberto.
Vivia em morro controlado pelo CV, segundo a polícia fluminense.
Integrava uma rede interestadual de fuga e abrigo de criminosos goianos no Rio.

Apontado como liderança do Comando Vermelho em Goiás.
Continuava atuando no tráfico a partir do Rio, segundo investigações.
Era considerado um elo entre criminosos goianos e fluminenses.

Envolvido em roubo a um hotel em Caldas Novas (GO) em 2017.
Tinha recompensa e mandado de prisão pendente.
Foi morto em confronto direto durante a ação da Polícia Militar no Rio.







