Câmara de Aparecida terá intérprete de Libras, anuncia Gilsão
Presidente da Câmara de Aparecida, vereador Gilsão Meu Povo, não atendeu imprensa (Foto: Marcelo Silva / Arquivo CMA)

Gilsão Meu Povo erra feio e desvaloriza empresários locais com compra no Tocantins

A decisão da Câmara de Aparecida de Goiânia de gastar R$ 431.660,00 na compra de estantes de aço e suportes metálicos para armazenar documentos físicos expõe erro estratégico grave da gestão do presidente Gilsão Meu Povo (UB), e ainda levanta questionamentos sobre o compromisso da Casa com a economia local.

Atenção: Ao copiar material produzido pela Folha Z, favor citar os créditos ao site. Bom jornalismo dá trabalho!

Mesmo com diversas empresas de Aparecida aptas a fornecer esse tipo de mobiliário com qualidade e, possivelmente, preços mais competitivos, a Câmara optou por adquirir os móveis da Aura Comércio e Serviços Ltda, empresa com sede em Palmas, capital do Tocantins.

Sem licitação

A contratação se deu por adesão a uma Ata de Registro de Preços daquele estado, dispensando licitação própria.

A escolha desconsidera completamente os empresários aparecidenses e retira da cidade oportunidade de movimentar o setor de móveis planejados e estruturas metálicas, gerando empregos e fortalecendo a economia local.

Investimento anacrônico

Em pleno 2025, quando se discute inteligência artificial, automação de processos e a digitalização completa dos acervos públicos, o Legislativo aparecidense aposta alto em móveis para guardar papel.

A justificativa oficial cita a necessidade de melhor acondicionamento de documentos antigos, mas não convence.

O próprio acervo físico da Câmara, hoje, já está guardado em armários de aço, em boas condições e sem sinal de colapso estrutural.

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Nova sede da Câmara de Aparecida | Foto; Divulgação

R$ 7.950 por estante?

Cada estante metálica do tipo deslizante vai custar R$ 7.950,00 aos cofres públicos, valor suficiente para comprar um computador de ponta, uma estação de digitalização de alta performance ou até uma impressora multifuncional profissional.

O gasto com os 164 suportes metálicos, a R$ 790,00 cada, também impressiona.

Afinal, estamos falando de peças internas para encaixe em estruturas já caras.

A digitalização como desculpa

A Câmara afirma que “a digitalização está em curso”, mas até agora não apresentou prazos, metas ou investimentos concretos para tornar isso realidade.

No fim, a compra das estantes é retrocesso disfarçado de avanço.

Gilsão Meu Povo deixa de olhar para frente, insiste em soluções do passado e deixa de lado o potencial da cidade que representa.

Ao fechar contrato com empresa de fora, desvaloriza empresários locais e ignora a evolução tecnológica.

Sugestão à Câmara de Aparecida

Em vez de aço, a prioridade deveria ser servidores, infraestrutura digital e gestão eficiente de dados.

Isso sim seria pensar grande e planejar o futuro de Aparecida.


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