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A autonomia está longe de ser da sociedade brasileira

GuilhermeNotícias25, setembro, 2014Short URL

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Andréia Magalhães é docente na Estácio de Sá/GO, IPOG e Diretora na CGJGO

Andréia Magalhães é docente na Estácio de Sá/GO, IPOG e Diretora na CGJGO

O mês de setembro contempla o dia da Pátria e celebra o rompimento à submissão que a Colônia Brasileira tinha do Império Português. A comemoração acontece todos os anos, sequencialmente em todos os Estados quando apresenta um belo desfile Cívico. Obviamente, esse momento de patriotismo representa as aspirações de um povo com relação à liberdade conquistada. Mas diante desta solenidade surgem as dúvidas e gostaria de incitá-los à reflexão.

Será mesmo que estamos autônomos?

Ponderemos sobre a sua liberdade de expressão: ela existe?

Somos uma sociedade independente e estamos custodiados aos partidos políticos e também às mazelas da vida social, econômica e ambiental a qual nos inseriram!

Enquanto cidadão você tem condições reais de sobreviver economicamente sem ficar louco fazendo contas e mais contas durante o mês? As obrigações sociais que via de regra são para atender a população representam o que você deseja enquanto pagador de impostos? Vou além e indago quanto ao clima. Alguém lhe perguntou se poderia acabar com a biodiversidade que culmina no descontrole ambiental acarretando a falta de água, fauna em extinção, flora exterminada e patenteada por outras nacionalidades?

Onde fica e  de quem seria a ‘Independência’? Uma certeza tem-se: a autonomia está longe de ser da sociedade brasileira.

Vivemos presos e submissos às conjugações partidárias. Somos dominados pelas siglas e estas por sua vez se exibem massacrando propostas indecentes, descabidas e mentirosas.

Eça de Queiroz foi assertivo quando redigiu ” Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos pelo mesmo motivo.”

No dia em que estes funcionários públicos ‘temporários’ estiverem condicionados a usar todos os serviços por eles gerenciados – ônibus, SUS, escolas, segurança, salário mínimo e outros – talvez a situação real destas atividades deixarão de ser condicionadas aos valores exorbitantes arrecadados por tributações – que misteriosamente desaparecem – e fiquem dependentes dos bons resultados dos recolhimentos.

Andréia Magalhães é docente na Estácio de Sá/GO, IPOG e Diretora na CGJGO

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