A Câmara Municipal de Goiânia aprovou nesta 3ª feira (09), em 1ª votação, o Projeto de Lei da prefeitura que cria o programa de auxílio emergencial intitulado Renda Família.

A expectativa do Paço é que o benefício já comece a ser pago no próximo mês.

Antes da votação do projeto original, por 20 votos a 3, a base do prefeito Rogério Cruz (Republicanos) rejeitou a emenda que aumentava o auxílio de R$ 300 para R$ 500.

Essa alteração foi proposta na Comissão de Constituição Justiça e Redação (CCJ) pelos vereadores Kleybe Morais (MDB), Pedro Azulão (PSB), Mauro Rubem (PT), Pastor Wilson (PMB), Bruno Diniz (PRTB) e Geverson Abel (Avante).

Portanto, o projeto original agora será encaminhado para a Comissão de Finanças da Casa, que já marcou para 4ª feira (10), às 8h30, uma reunião para votar a proposta.

Em seguida, ocorrerá a 2ª e definitiva votação pelo plenário, que pode ocorrer nesta 5ª (11) ou na próxima semana.

Se aprovado, serão R$ 300 mensais pelo período de 6 meses, totalizando R$ 44 milhões de gastos à prefeitura.

Mais rejeição

Antes da votação em 1ª discussão, o plenário rejeitou igualmente emendas do vereador Ronilson Reis (Podemos) por 23 votos a 5.

O parlamentar propunha, na emenda, acrescentar critérios de punição para quem receber, indevidamente, o auxílio, como também substituir os critérios de seleção das famílias, tendo como base o bolsa família e o Cadastro Único (CadÚnico).

Críticas

Vereadores como Mauro Rubem, Kleybe Morais, entre outros, criticaram o não aumento do auxílio emergencial.

Já o líder do prefeito na Câmara, Sandes Júnior, discordou das críticas e disse que o programa vai “atender cerca de 24 mil famílias na capital”.

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