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Comandante do Exército em Goiânia precisava ser convencido a prender Alexandre de Morais
Carlos Alberto Rodrigues Pimentel, comandante do Batalhão de Operações Especiais do Exército em Goiânia | Foto: reprodução

Em áudio vazado, coronel e ex-major dizem que o comandante do Exército em Goiânia precisava ser convencido a prender Alexandre de Moraes

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O general do Comando de Operações Especiais do Exército Brasileiro em Goiânia (COPESP) Carlos Alberto Rodrigues Pimentel foi citado em conversas entre o coronel Élcio Franco e o ex-major Ailton Barros, ambos das forças armadas.

Nas conversas vazadas, Ailton disse à Franco que era preciso convencer o general Pimentel para fazer uma insurreição no Exército para prender o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Os 2 tiveram as mensagens de áudios transcritas e divulgadas pela jornalista Daniela Lima, da CNN Brasil, na última 2ª feira (8).

A Polícia Federal (PF) abriu inquérito para apurar o caso.

1.500 homens para a ação

As investigações apontam a suspeita que militares queriam usar 1.500 homens para a ação.

Élcio Franco foi secretário Executivo do Ministério da Saúde, durante a gestão do Eduardo Pazuello e, em dezembro, estava lotado na Casa Civil do ex-ministro general Braga Neto..

Nos diálogos revelados, Élcio disse que o comandante do Exército, general Gomes Freire, não atuaria em um eventual plano de golpe de Estado, por medo das consequências.

Em outro trecho transcrito, o ex-major Ailton Barros disse que era preciso convencer o general Pimentel a prender o ministro do Supremo.

“Esse alto comando de m… que não quer fazer as p… é preciso convencer o comandante da Brigada de Operações Especiais de Goiânia a prender o Alexandre de Morais. Vamos organizar, desenvolver, instruir e equipar 1.500 homens”, disse Ailton Barros em um trecho transcrito.

O ex-major Ailton e o coronel Elcio são investigados pela Polícia Federal | foto: montagem

Após as denúncias, o coronel Élcio e o ex-major Ailton não se manifestaram.

O contato disponibilizado pelo Comando de Operações Especiais do Exército Brasileiro em Goiânia (COPESP) não atendeu às ligações da reportagem.

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