Deputado Clécio Alves | Imagem registrada pelo fotógrafo Will Rosa
Deputado Clécio Alves | Imagem registrada pelo fotógrafo Will Rosa

Com histórico no MDB e com Ana Paula Rezende, Clécio Alves explica porque escolheu o PSDB de Marconi

Deputado estadual chegou a ficar uma semana “sem partido” na Alego, após solicitar sua desfiliação do Republicanos


O deputado estadual Clécio Alves ficou apenas uma semana “sem partido” na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego).

Ele foi o 1º a usar o período da “janela partidária” para se desfiliar do Republicanos, por onde foi eleito deputado estadual, e chegou a ficar sem partido.

O parlamentar, contudo, se filiou ao PSDB, do ex-governador Marconi Perillo, no último final de semana.

Segundo Clécio, ele teve convite de 5 agremiações.

Ele cita o PSDB e o PL, nominalmente.

“Todas as 5 agremiações partidárias foram colocadas para que os meus companheiros decidissem e votassem qual aquela que eu deveria seguir. Em torno de 98% decidiram que eu fosse para o PSDB”, afirmou o deputado.

História no MDB e com Ana Paula Rezende

O deputado estadual Clécio Alves já foi filiado ao MDB e tem uma ligação com a advogada Ana Paula Rezende (PL), filha do ex-prefeito Iris Rezende.

Os dois partidos, contudo estarão nas urnas contra o ex-governador Marconi Perillo (PSDB).

O MDB terá o vice-governador Daniel Vilela como candidato à reeleição.

O PL terá o senador Wilder Morais na corrida, com Ana Paula na vice.

À Folha Z, Clécio confirmou que estará ao lado de Marconi, mas lembrou que recebeu convite de Ana Paula para se filiar ao PL e que sua cúpula não apoiou a ida porque ouviu que seu nome foi barrado na legenda.

“Não sei como meus apoiadores tomaram conhecimento, mas ouvi que vereadores de Goiânia e de Aparecida disseram que não poderiam aceitar o deputado Clécio, porque ‘tem estrutura e cargo’“, justifica Alves.

Na avaliação de Clécio, esse foi um dos motivos que travou sua filiação ao PL.

Oposição desde o início

Conforme o tucano, ele esteve na oposição ao governo estadual durante quase todo o mandato.

“Eu nunca tive um copo d’água no governo Ronaldo Caiado, nunca bati na porta do governador Ronaldo Caiado”, afirmou.

Ainda de acordo com o deputado, só votou projetos importantes da base quando foram bons para a população.

“Sempre que ele mandou para cá coisas que são boas para o estado, sempre ajudei. E quando ele mandou que não é boa, eu sempre coloquei conta e é assim que vai ser”, acrescentou.


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