
Sem definição na Fama, Igreja Vila Nova aguarda nome para dividir apoio
Um impasse político envolvendo pai e filho mantém indefinida a escolha da Assembleia de Deus Ministério Fama para a disputa por vaga na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) em 2026, e já começa a gerar efeitos em outros grupos religiosos.
De um lado está o ex-presidente da Alego Samuel Almeida (PSD).
Do outro, seu filho, Henry Almeida (Podemos).
Ambos disputam a indicação dentro do núcleo político da igreja, que ainda não chegou a um consenso.

Pastor Lucas Almeida se filiou ao Agir | Foto: Reprodução / Redes sociais
Enquanto a definição não ocorre, um 3º nome é estudado como alternativa nos bastidores: o pastor Lucas Almeida (Agir), sobrinho de Samuel e primo de Henry.
Ele se filiou recentemente ao partido e é apontado como possível opção caso o impasse entre pai e filho não seja resolvido.
Lucas aguarda a decisão do conselho político da igreja.
Samuel, atualmente no PSD, rompeu com o senador Vanderlan Cardoso.
Já Henry é 2º suplente na Alego e se filiou ao Podemos durante a janela partidária.
A indefinição na Fama já provoca impactos na Assembleia de Deus Ministério Vila Nova, que integra o mesmo campo religioso.
No grupo, o apoio político foi dividido: cerca de 50% deve caminhar com o deputado Henrique César (Podemos), ligado à Assembleia de Deus Ministério Campinas, enquanto a outra metade aguarda a definição do nome que será indicado pela Fama.
Sem posicionamento oficial, a incerteza sobre quem receberá esse apoio tem gerado desgaste interno e ampliado a expectativa entre lideranças que aguardam definição para a disputa de 2026.






