Rodrigo Augusto
Onde há fumaça, há fogo.
E, nos corredores da Câmara de Aparecida, a fumaça tem nome: Rogério Almeida.
Ele está só no 1º mandato, mas já se movimenta como quem pensa à frente, e alto.
Eleito vereador na 1ª disputa que enfrentou, Rogério Almeida (MDB) não é apenas novidade bem-sucedida das urnas: é um projeto político em construção.
DNA POLÍTICO DE MENDANHA
E esse projeto tem assinatura.
Rogério carrega o DNA político de Gustavo Mendanha, ex-prefeito de Aparecida e pré-candidato ao Senado, de quem é um dos aliados mais próximos e fiéis.
Foi ao lado de Mendanha, acompanhando decisões, bastidores e articulações, que ele começou a se formar politicamente.

Dali, trouxe duas marcas claras:
Discrição para articular e lealdade para não esquecer quem o ajudou a subir.
Sempre que pode, Rogério Almeida faz questão de reverenciar Mendanha, não apenas como liderança política, mas como alguém que esteve ao seu lado nos momentos decisivos da vida pública e pessoal.
Num meio onde ingratidão é quase regra, isso vira ativo político.
ROGÉRIO SABE NEGOCIAR, CIRCULAR…
Mesmo novato, já emplacou feito relevante: conquistou a vice-presidência da Câmara de Aparecida logo no 1º mandato.
Não é cargo decorativo, é sinal de que sabe circular, negociar e construir pontes dentro do Legislativo.
2026 É A CHAVE
O jogo maior passa pelas eleições de 2026.
Caso Gustavo Mendanha viabilize sua candidatura ao Senado, ou até a vice-governador, hipótese que já circula entre aliados, o impacto não será apenas estadual.
Terá reflexo direto na política aparecidense.
Uma vitória de Mendanha ampliaria seu peso político e sua capacidade de influenciar decisões estratégicas no município.
E é aí que o nome de Rogério cresce.
No fim do ano, os vereadores escolherão a nova Mesa Diretora da Câmara.
O cargo mais cobiçado, como sempre, é o de presidente.

GLEISON FLÁVIO
Até agora, apenas Gleison Flávio se colocou oficialmente na disputa.
Publicamente, Rogério não fala sobre o assunto.
Mas, nos bastidores, o movimento existe, e é perceptível.
Se Mendanha sair fortalecido das urnas, Rogério passa a ser visto como o nome natural da base ligada ao ex-prefeito para comandar o Legislativo.
Um presidente de Câmara alinhado, de confiança pessoal e política, é peça estratégica demais para ser deixada ao acaso.

De olho em 2028
A conta não fecha apenas em 2026.
O horizonte real é 2028, quando a Prefeitura de Aparecida volta ao centro da disputa.
Com Rogério na presidência da Câmara, sob a órbita de Mendanha, o ex-prefeito amplia o leque:
Pode manter apoio a Leandro Vilela, caso busque a reeleição, lançar novo nome ou até pavimentar o próprio retorno ao Paço.
Ter a Câmara nas mãos certas significa controle de pauta, ritmo político e capacidade de influência institucional.
É poder de articulação real.
Rogério pode ser jovem de mandato, mas o movimento é de gente grande.
E, ao que tudo indica, ele aprendeu cedo a principal lição da política:
Os cargos vêm, mas o poder se constrói passo a passo, e sempre com estratégia.
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