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Vereador Fabrício Rosa beija o marido em protesto contra o que chama de 'censura' na Câmara"
Fabrício e marido, Bruno Revolta | Foto: Reprodução

Vereador Fabrício Rosa beija o marido em protesto contra o que chama de 'censura' na Câmara

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O vereador Fabrício Rosa (PT) e seu marido, Bruno Revolta, protagonizaram um beijo durante o discurso do vereador Sargento Novandir (MDB) nesta 4ª feira (7), no plenário da Câmara de Goiânia.

Atenção: Ao copiar material produzido pela Folha Z, favor citar os créditos ao site. Bom jornalismo dá trabalho!

O gesto, registrado pela Folha Z, foi classificado por Rosa como uma forma de protesto contra o que eles consideram “violência institucional transfóbica”.

“Sempre que identificamos posturas transfóbicas ou homofóbicas de parlamentares durante os debates, protestamos com um beijo”, afirmou Fabrício à Folha Z.

Markim Goya

O vereador Markim Goya (PRD), que também filmou o momento, criticou a ação:

“O combinado era respeitar o regimento interno, com assessores e vereadores mantendo a conduta esperada aqui no plenário. Isso não pode acontecer. Precisamos impor ordem”, afirmou.

O beijo ocorreu durante sessão marcada por embates.

Rosa e Novandir têm histórico de confrontos no plenário, e o atrito desta vez envolveu a realização da audiência pública “Cuidar com Respeito – Saúde de Crianças e Adolescentes Trans”.

A audiência havia sido aprovada na 3ª feira (6), por 11 votos a 9, mas acabou cancelada após requerimento apresentado pelo líder do governo, Igor Franco (MDB), aprovado por maioria na sessão desta 4ª feira.

Aava, Rose e Edward

Votaram contra o cancelamento os vereadores Fabrício Rosa, Aava Santiago (PSDB), Rose Cruvinel (União Brasil) e Edward Madureira (PT).

Em nota, Rosa classificou o ato como “manobra regimental” e um “gesto deliberado de censura”, que representa, segundo ele, a “desumanização e apagamento político de crianças e adolescentes trans”.

O petista afirmou ainda que os parlamentares calaram mães, pais e jovens que buscavam apenas serem ouvidos pelo poder público.

Audiência irá acontecer

O vereador Fabrício Rosa afirmou que, mesmo com a proibição do uso do auditório pela Câmara, a audiência será realizada de forma informal.

Segundo ele, a decisão do Legislativo representa um ato de censura à comunidade LGBT.

Como forma de protesto, o encontro acontecerá ao lado da Câmara Municipal, a partir das 19 horas.


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