
A base do governador Ronaldo Caiado dá sinais de que deve repetir, em 2026, a estratégia adotada na eleição passada para o Senado Federal.
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A movimentação envolve a brecha aberta após consulta feita por Delegado Waldir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nas eleições de 2022, sobre a possibilidade de candidaturas isoladas ao Senado.
À época, o tribunal respondeu positivamente à consulta, permitindo que partidos de uma mesma base apresentassem candidaturas próprias ao cargo, mesmo sem coligação formal.

Delegado Waldir Soares | Foto: Detran
Naquele pleito, a base governista iniciou o processo com 3 pré-candidatos:
Antes das convenções partidárias, houve recuos.
Luiz do Carmo (Podemos) e Dr. Zacharias Calil também chegaram a ser citados no processo, mas retiraram seus nomes antes da formalização das candidaturas.
O grupo acabou afunilando as opções antes da definição oficial das chapas.
Para 2026, o número de pré-candidatos na base voltou a crescer.
Atualmente, são citados:
O nome de Alexandre Baldy também é citado nos bastidores como possível pré-candidato, mas, para disputar, precisará se desincompatibilizar da presidência da Agência Goiana de Habitação (Agehab) até 4 de abril.
Nos bastidores, há integrantes da cúpula governista que defendem a redução do número de nomes antes das convenções, repetindo o movimento de 2022.
A avaliação interna é de que a manutenção de múltiplas pré-candidaturas pode fazer parte da estratégia inicial, deixando a definição final para momento mais próximo do calendário eleitoral.
A decisão sobre eventual afunilamento, contudo, deve passar diretamente pelo governador Ronaldo Caiado, que é apontado como responsável pela palavra final na composição da chapa majoritária ao Senado.





