
Regra beneficia quem consulta fora do SUS, mas depende da rede pública
Pacientes de Aparecida de Goiânia já podem retirar medicamentos pelo Sistema Único de Saúde mesmo com receitas emitidas por médicos da rede privada.
A medida passou a valer após sanção do prefeito Leandro Vilela nesta semana.
A nova lei amplia o acesso a remédios na rede pública municipal e permite que prescrições feitas por médicos particulares, conveniados ou de planos de saúde sejam aceitas nas farmácias do SUS.
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O projeto é de autoria do vereador André Fortaleza, atual secretário de Articulação Política, e tem como objetivo reduzir barreiras no acesso a tratamentos.
A distribuição continua limitada aos itens da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais, que reúne cerca de mil medicamentos e insumos ofertados gratuitamente no país.
Entre eles estão remédios para tratamento de:
hipertensão
diabetes
asma
tuberculose
hepatites virais
HIV
artrite reumatoide
doenças autoimunes
alguns tipos de câncer

Distribuição continua limitada aos itens da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais | Foto: FABIO POZZEBOM/ABR
Pela nova regra, não será exigido que a prescrição seja feita exclusivamente pelo princípio ativo do medicamento.
Na prática, o farmacêutico da rede pública poderá substituir o remédio indicado por um genérico equivalente, conforme as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Lei foi sancionada pelo prefeito Leandro Vilela | Foto: Reprodução/Arquivo
Segundo André Fortaleza, a proposta busca garantir o acesso universal à saúde, independentemente da origem da receita médica.
“O cidadão aparecidense passa a ter o direito de receber medicamentos da rede municipal mesmo quando atendido fora do SUS”, afirmou.
O vereador também citou o artigo 196 da Constituição Federal, que estabelece a saúde como direito de todos e dever do Estado.

André Fortaleza é autor do projeto de lei aprovado na Câmara de Aparecida e sancionado pelo Executivo | Foto: Marcelo Silva /Arquivo
Impacto direto na população
A medida tende a beneficiar pacientes que realizam consultas na rede privada, mas dependem do SUS para continuidade do tratamento — uma realidade comum em cidades de médio e grande porte.
Com a nova lei, Aparecida de Goiânia se alinha a iniciativas que buscam ampliar o acesso a medicamentos e reduzir a judicialização na saúde pública.
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