Camila Rosa busca nos gestores das escolas uma ponte para Brasília

  • Encontro conduzido por Tatá reuniu gestores e contou com a presença de Leandro e Núbia Farias

Quem está dentro de uma escola de Aparecida sabe muito mais do que aparece nos relatórios da Prefeitura.

Sabe onde falta estrutura, onde o professor está sobrecarregado, quais famílias precisam de atendimento e quais problemas se repetem há anos.

É justamente esse conhecimento que começa a entrar no radar da candidatura de Camila Rosa a deputada federal.

A vereadora reuniu parte dos gestores da rede municipal de Educação em agenda que, embora tenha rendido fotografia política, merece ser observada pelo que pode produzir depois dela.

A reunião foi conduzida pelo vereador Tatá Teixeira (União Brasil), parlamentar experiente de Aparecida e com trânsito na política local.

Ao lado dele, estiveram o prefeito Leandro Vilela e a secretária municipal de Educação, Núbia Farias.

Quem está na escola tem informação

Camila começa a se aproximar de grupo que conhece a cidade por dentro.

Diretores e coordenadores convivem diariamente com professores, alunos e famílias.

Recebem reclamações, identificam dificuldades e sabem onde as políticas públicas não conseguem chegar.

Por isso, aproximação com esses profissionais pode ter valor eleitoral.

Mas não apenas eleitoral.

Se Camila souber ouvir esse grupo, poderá transformar demandas que hoje estão restritas às escolas em uma agenda política para sua candidatura federal.

Tatá Teixeira coloca experiência política na articulação

A participação de Tatá Teixeira também merece atenção.

Experiente na política aparecidense, o vereador foi responsável pela condução da reunião e ajudou a aproximar gestores da candidatura de Camila.

Isso dá ao encontro dimensão política que vai além de simples agenda da área da Educação.

Ao mesmo tempo, a presença de Leandro Vilela sinaliza que Camila conta com espaço dentro do grupo político que hoje comanda Aparecida.

Tatá Teixeira é um dos coordenadores da campanha de Camila Rosa

Tatá Teixeira é um dos coordenadores da campanha de Camila Rosa

Mas apoio político, por si só, não resolve uma eleição.

Agora vem a parte difícil

Reunir gestores é uma coisa. Transformar apoio em voto é outra.

Camila terá de mostrar o que pretende fazer em Brasília e quais demandas de Aparecida vai defender.

Os gestores podem ajudar a abrir portas.

Mas a campanha terá de transformar essa aproximação em proposta e, depois, em voto.

O teste começa agora.

Porque quem conhece a realidade das escolas também sabe diferenciar promessa de compromisso.

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