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5 séries que você não assistiu em 2017, mas deveria ter visto

21, dezembro, 2017
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As 5 melhores séries que ninguém assistiu em 2017 | Foto: Divulgação

As 5 melhores séries que ninguém assistiu em 2017 | Foto: Divulgação

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As 5 melhores séries que ninguém assistiu em 2017 | Foto: Divulgação
As 5 melhores séries que ninguém assistiu em 2017 | Foto: Divulgação

Começou a contagem regressiva para o final do ano e, antes de promover o tradicional compilado dos melhores seriados de 2017, esta coluna vai te ajudar a matar o tempo dos recessos ou férias escolares.
Abaixo, segue uma lista com as 5 melhores séries subestimadas e pouco divulgadas do ano. É só a nata da televisão. Será que você viu alguma delas?

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5 Dear White People
Dear White People, como todas as séries da Netflix, teve seu momento de destaque na imprensa nacional e internacional durante a semana de lançamento.
Infelizmente, porém, a sátira baseada no filme de 2014 de mesmo nome não rendeu barulho proporcional à originalidade do seu formato e dos temas tratados.
Com dez episódios de 30 minutos cada, Dear White People fala de tensões raciais, do politicamente correto e da cena das militâncias no ensino superior.
Apesar de apresentar um retrato da realidade estadunidense, o seriado mantém semelhanças com o Brasil. Além dos personagens e tramas cativantes, a trilha sonora é o famigerado “plus a mais”.
Sem dúvida, a maratona de Dear White People vale as cinco horas gastas em frente à telvisão.

4 American Gods
American Gods é uma adaptação do romance homônimo do celebradíssimo Neil Gaiman. Sem destaque entre a audiência, a série do canal Starz está disponível no Amazon Prime Video, concorrente da Netflix no Brasil.
Para dizer a verdade, a narrativa é pouco convencional e arrastada em alguns momentos. Mas a melhor palavra para descrever a sinergia audiovisual do seriado é só uma: um desbunde!
A beleza em tela é estrelada por excelentes atores. Fora isso, os debates sobre misticismo, pós-modernidade e pertencimento já bastam para atrair o interesse do espectador mais atento.
Pelo lado negativo, American Gods sofreu uma baixa importante para a segunda temporada. Os showrunners Bryan Fuller e Michael Green deixaram a série por confronto com a produtora Freemantle Media.
Para se ter uma ideia, cada episódio da produção estava saindo por um valor médio de US$ 10 milhões, o mesmo valor gasto pela HBO nas temporadas seis e sete de Game of Thrones.

3 Big Little Lies
Também adaptada de um livro, Big Little Lies é uma minissérie com todas os pré-requisitos das aclamadas produções da HBO.
Os sete episódios do seriado giram em torno de um assassinato no qual autor e vítima são desconhecidos pela audiência.
Narrativa em flashback, suspense e intriga são amarrados magistralmente com uma trilha que vale até playlist no Spotify.
Se esses já não fossem motivos suficientes para assistir Big Little Lies, o peso deste elenco fala por si só:
Reese Witherspoon, Nicole Kidman, Shailene Woodley, Alexander Skarsgård, Zoë Kravitz e Laura Dern promovem uma verdadeira aula de dramaturgia em tela.

2 Star Trek: Discovery
Quem conhece Star Trek como uma franquia antiga e que requer maratona de 20 filmes e 500 episódios para se atualizar pode ficar tranquilo.
Star Trek: Discovery é uma “prequência” da história, anos antes da conhecida história de Spock.
Como já comentado antes nessa coluna, a série é protagonizada por Sonequa Martin-Green, a terrível Sasha de The Walking Dead.
Mas na série da CBS, disponibilizada no Brasil pela Netflix, Sonequa vive a interessante Michael Burnham. Irmã adotiva de Spock, a militar é o centro de uma trama que conta a origem de uma guerra inter-galática.
Com todos os requisitos de uma ficção científica legal, Star Trek: Discovery discute racismo, sexualidade, imperialismo, ufanismo e burocracia estatal.
Ponto positivo foi o acordo entre a CBS e Netflix, que permitiu a divulgação dos episódios semanalmente no Brasil, excluindo a chatíssima necessidade de maratonar séries assim que são lançadas.
Outro destaque vai para o ator Anthony Rapp. Pivô da derrocada de Kevin Space após denunciar o abuso sexual cometido pelo ganhador de Oscar, Rapp cumpre bem o papel do cientista excêntrico Paul Stamets.
Com nove episódios já lançados, a série retorna no dia 7 de janeiro do ano que vem para mais seis capítulos inéditos.

ANÚNCIO

1 Electric Dreams
O posto de mais-subestimada-boa-série de 2017 fica, definitivamente, com Philip K. Dick’s Electric Dreams.
A série britânica foi desenvolvida pelo canal Channel 4 para substituir o vácuo deixado por Black Mirror, produção consagrada da rede que foi levada para as massas pela Netflix.
Seis dos 10 episódios já foram transmitidos em um formato de antologia: cada capítulo conta uma história completamente diferente. Mesma lógica da sua antecessora no Channel 4.
O diferencial de Electric Dreams é sua fonte inspiradora. As histórias são baseadas nos trabalhos de Philip K. Dick, quiçá o mais bem-sucedido escritor de ficção científica do mundo.
Para quem não está familiarizado, Dick é autor dos livros que deram origem aos clássico do cinema “Blade Runner”, “Vingador do Futuro” e “Minority Report”, além do excelente cult “O Homem Duplo”.
O elenco está longe de decepcionar. Mas o mais importante mesmo é a volta de Bryan Cranston à TV. O eterno Walter White é um dos produtores executivos da série e aparece no sexto episódio, o último que foi ao ar em 2017.
Realidades virtuais, melhoramento genético e várias outras tramas fantásticas são prato cheio para quem gosta de quebrar um pouco a cabeça.
Aviso: Electric Dreams não é a série que você vai assistir enquanto almoça, exige concentração. Mas a recompensa é na medida do investimento.

Bônus: Atlanta
Diferente das outras séries, Atlanta, transmitida em 2016, aparece na lista pelo seu pequeno destaque e pela originalidade.
A série rendeu ao criador e protagonista Donald Glover dois Emmys, de atuação e direção.
A narrativa pouco convencional pode assustar à primeira vista. Mas o surrealismo de Atlanta beira a lisergia e reinventa o espaço desbravado pelo desacreditado Louis Ck com sua produção para o mesmo canal, o FX.
Vale o play!

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Até semana que vem com os melhores de 2017!
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