Matar policiais não deveria ser apenas um crime hediondo, mas sim, um crime digno de pena perpétua ou de pena de morte, afirma jornalista

Pedro Henrique tinha 28 anos e pertencia ao Grupo de Intervenção Rápida e Ostensiva (Giro) / Foto: divulgação
Pedro Henrique tinha 28 anos e pertencia ao Grupo de Intervenção Rápida e Ostensiva (Giro) / Foto: divulgação

Muitos falam sobre “a polícia que mata”, “a polícia que erra”, mas poucos comentam sobre os policias que morrem todos os dias, em todo o mundo, para salvar as nossas vidas! Na final da noite desta terça-feira, 7, o soldado da Polícia Militar do Estado de Goiás, Pedro Henrique Rodrigues Teodoro, pertencente ao Giro – Grupo de Intervenção rápida e ostensiva, morreu no Hugo (Hospital de Urgências de Goiânia), depois de lutar bravamente, até o fim pela vida!

Cadê os Direitos Humanos?

Infelizmente, morreu mais um Policial Militar! Detalhe, não vai ter ninguém dos Direitos Humanos consolando a família que está desesperada e enlutada! Um jovem de 28 anos, com um futuro brilhante na polícia, destemido, apaixonado pela vida, de boa conduta, que levou três tiros tentando impedir que dois bandidos entrassem armados em uma boate, na madrugada do último sábado, em Goiânia.

Boate essa que, o seu filho ou filha, ou algum dos seus sobrinhos, ou um amigo, ou até mesmo você poderia estar lá dentro e ser morto por uma bala direcionada ou perdida, vindo da pistola desses criminosos, mas esse jovem herói, mesmo de folga, morreu para que outra pessoa, não morresse!

Bravura… Crime hediondo

Não acho justo que ninguém morra, mas um policial que morre defendendo pessoas, que ele nem conhece, tem todo o meu respeito. O ato é de bravura, mas me entristece, me emociona, fico pensativa sobre o real valor da vida. Matar policiais não deveria ser apenas um crime hediondo, mas sim, um crime digno de pena perpétua ou de pena de morte.

Eu não conhecia o soldado Teodoro, nem a família dele, mas só tenho ouvido coisas boas sobre esse rapaz. Fica aqui a minha solidariedade à família e os meus sinceros agradecimentos ao nobre policial, pelo serviço prestado à sociedade.

Ele combateu um bom combate e que Deus o receba em seus átrios!

Jakeline Jakeliny Mendonça é jornalista por formação

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