A possível ampliação das sessões híbridas na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) passou a movimentar os bastidores da Casa nesta semana.
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Atualmente, apenas as sessões de 5ª feira ocorrem em formato híbrido, e ainda assim com limite de até 40% das reuniões nessa modalidade, conforme as regras internas.
Talles Barreto
O líder do Governo, deputado Talles Barreto (União Brasil), confirmou que o tema foi debatido em reunião entre os parlamentares.
Apesar de reconhecer que a proposta ganha força, ele se posicionou contra a mudança e admitiu que pode ser voto vencido.
Para Barreto, a manutenção de ao menos 2 dias presenciais é fundamental para o funcionamento político e institucional da Assembleia.
“É muito importante termos esses 2 dias de forma presencial. Não deveríamos avançar para 3ª e 4ª feira no formato híbrido. Eu defendo a forma como está. Precisamos ter a responsabilidade de atuar na Casa”, afirmou.
Na avaliação do líder governista, a ampliação das sessões remotas pode gerar impacto no equilíbrio político em plenário.
Base pode ficar exposta, avalia Barreto
Ele pondera que a oposição tende a intensificar a presença física, o que pode expor a base aliada em debates e votações.
“Eu preciso ter os deputados da base para darmos as respostas no melhor nível possível e responder qualquer indagação que possa haver”, completou.
Nos bastidores, o tema é tratado como discussão que vai além da logística e toca diretamente na dinâmica política da Assembleia nos próximos meses.
A possível ampliação das sessões híbridas na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) passou a movimentar os bastidores da Casa nesta semana. pic.twitter.com/Zj4B5nFDtw
— Jornal Folha Z (@FolhaZ) February 27, 2026
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