
Reforma prevê ampliação da estrutura, novos leitos e modernização de setores essenciais
O Hospital Estadual de Aparecida de Goiânia Cairo Louzada (Heapa) deve passar por transformação que prevê dobrar a capacidade de internações e também os leitos de UTI.
A mudança faz parte de um acordo firmado para viabilizar a reforma, ampliação e adequação sanitária da unidade.
Esse compromisso foi estabelecido por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado entre o Ministério Público de Goiás, o Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, e a organização social responsável pela gestão do hospital.
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O TAC surgiu após um inquérito aberto ainda em 2018, que identificou uma série de problemas estruturais, sanitários e operacionais no funcionamento da unidade.
Entre as irregularidades apontadas estavam a falta de alvará da Vigilância Sanitária, superlotação, com pacientes sendo atendidos em corredores, além de falhas em setores essenciais, como esterilização de materiais e estrutura da UTI.
Diante desse cenário, as instituições envolvidas chegaram ao entendimento de que apenas uma reforma ampla, com expansão da estrutura, seria capaz de resolver os problemas de forma definitiva.

Quantidade de leitos de internação deve passar de 71 para 120, enquanto os leitos de UTI vão sair de 10 para 20 | Foto: Reprodução
Pelo que foi acordado, o hospital vai ganhar uma nova área construída e praticamente dobrar de tamanho.
A quantidade de leitos de internação deve passar de 71 para 120, enquanto os leitos de UTI vão sair de 10 para 20.
O centro cirúrgico também será ampliado, com o número de salas dobrando de quatro para oito.
Além disso, a obra inclui melhorias em diversos setores, como enfermarias, nutrição, lavanderia, gerenciamento de resíduos e áreas administrativas.
O cronograma prevê até 8 meses para a aprovação dos projetos arquitetônicos e complementares.
Depois disso, a execução das obras deve levar cerca de três anos e meio.
A expectativa é que os investimentos sejam incluídos nos planejamentos orçamentários do Estado a partir de 2026.
Fiscalização
Como o acordo tem força de título extrajudicial, o descumprimento pode gerar multas e até medidas judiciais.
A fiscalização ficará a cargo do Ministério Público, com participação de órgãos de saúde, incluindo a vigilância sanitária municipal.
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