Kajuru convite São Paulo
Kajuru diz que recusou convite para disputar mandato em São Paulo | Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Kajuru diz que recusou convite para disputar mandato em São Paulo

Senador afirma que proposta partiu de Alckmin e Márcio França e relata “tristeza” com Goiás


O senador Jorge Kajuru (PSB-GO) afirmou que recusou um convite do PSB para disputar um mandato de deputado federal pelo estado de São Paulo.

Em entrevista à TV Brasil, o parlamentar disse que a iniciativa partiu do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e do ex-ministro do Empreendedorismo, Márcio França.

“O PSB, do Geraldo Alckmin e do Márcio França, os dois estão tentando até o último dia e fizeram de tudo para que eu aceitasse ser candidato a deputado federal por São Paulo”, afirmou.

Kajuru convite São Paulo

Geraldo Alckmin e Márcio França convidaram senador para disputar mandato pelo Estado de São Paulo | Fotos: Reprodução/Flicrk

Aceitação em São Paulo

Segundo Kajuru, Alckmin e França avaliam que ele tem boa aceitação em São Paulo, estado onde nasceu e construiu parte de sua trajetória na imprensa nacional.

Apesar disso, o senador afirmou que trocar Goiás por São Paulo seria incoerente com o compromisso que assumiu com o eleitorado goiano.

Kajuru também reiterou a promessa de não disputar novos cargos eletivos.

Para ele, deixar o estado para concorrer em outra unidade da federação “seria uma traição aos goianos”.

Tristeza com Goiás

Durante entrevista ao apresentador José Luiz Datena, Kajuru disse que tem enfrentado um momento de frustração política em Goiás, especialmente em Goiânia.

Ele defende que fez muito por Goiás ao longo do mandato, mas que não é reconhecido.

“Posso até mudar de Goiás pela tristeza minha lá. Hoje, não tenho vontade de sair porque é muito difícil você ir a um local e, de repente, o sujeito te execra porque acha que você fez algo”, declarou.

De acordo com o senador, a polarização política nacional entre direita e esquerda teria afetado sua relação com parte do eleitorado.

Kajuru afirmou que, apesar das críticas, mantém diálogo com lideranças dos dois campos políticos.

Como exemplo, citou a relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Eles não vão me xingar, não vão dizer que eu errei com eles de forma alguma”, disse.

Em seguida, acrescentou:

“Os dois tiveram uma relação comigo, até onde poderia dar, uma relação correta, sem problemas. É a cabeça do eleitor”.

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