Ex-parlamentar ganha espaço com Bruno Peixoto após ficar sem mandato
Gabriela Rodart na Câmara Municipal | Foto: Câmara Municipal

Bloco Vanguarda tem nova baixa na Câmara com cassação de vereadora; entenda nova formatação

Com a cassação da vereadora Gabriela Rodart (Solidariedade) por infidelidade partidária, a representatividade do Bloco Vanguarda no Legislativo cai de 7 para 4 membros no início de 2024.

O bloco liderado pelo vereador Igor Franco (Solidariedade) já perdeu:

  • Markim Goya (PRD) – vereador voltou para suplência após uma decisão liminar devolver o mandato de Paulo Henrique da Farmácia (Agir). Markim ingressou à Câmara após a cassação da chapa do Agir por uma suposta fraude na cota de gênero em 2020;
  • Bill Guerra (Solidariedade) – vereador voltou para a suplência após decisão do ministro Alexandre de Moraes no final do ano. Ele havia assumido a cadeira do vereador Léo José (sem partido). Assim como Markim, Léo foi cassado por uma suposta fraude na cota de gênero do PTB – sigla por onde o vereador concorreu às eleições em 2020;
  • Gabriela Rodart – a vereadora foi eleita pelo DC e deixou a sigla em 2022 para concorrer à uma das 17 cadeiras da Câmara dos Deputados pelo PTB (hoje PRD). Ela foi cassada por infidelidade partidária, mas ainda cabe recurso e ela e sua equipe já anunciaram que vão recorrer.

Com isso, o grupo segue com Igor, Welton Lemos (Podemos), Paulo Magalhães (União) e Lucas Kitão (PSD).

O grupo fica com menos representatividade em um momento de discussão sobre a implementação de novas Comissões Especiais de Inquérito (CEIs) – cuja representatividade partidária é representada entre os membros.


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