
O deputado federal Professor Alcides (PL) corre o risco de ficar inelegível até 2032 após perder o prazo para apresentar defesa em um processo no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-GO).
O caso também envolve o ex-prefeito de Aparecida de Goiânia, Vilmar Mariano, e sua esposa, Sulnara Santana, condenados por abuso de poder político.
Vale lembrar que Alcides já se encontra inelegível devido a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) julgado pela Justiça Comum por abandono de cargo como professor no Estado de Goiás, o que torna sua situação eleitoral ainda mais delicada.

Entenda o caso:
Condenação em 1ª instância
A juíza eleitoral Christiane Gomes Falcão Wayne apontou que Vilmar Mariano cometeu abuso de poder ao demitir em massa servidores comissionados da Prefeitura de Aparecida durante o período eleitoral. Vilmar recorreu da decisão.
Acusações contra Sulnara
Sulnara Santana foi acusada de coagir servidores públicos a apoiar o então candidato a prefeito Professor Alcides e o candidato a vereador Olair Silva, ambos aliados de Vilmar nas Eleições de 2024. Sulnara também recorreu.
Absolvições iniciais
Na sentença inicial, foram inocentados: Professor Alcides, Olair Silva e o ex-deputado estadual Max Menezes, que foi candidato a vice na chapa de Alcides.
Recurso da coligação adversária
A coligação “Para Aparecida Continuar Avançando”, liderada por Leandro Vilela e João Campos, solicitou que Alcides, Olair e Max recebam a mesma penalidade imposta a Vilmar e Sulnara.
Advogados envolvidos
Vilmar Mariano e Sulnara Santana – advogado Bruno Pena
Olair Silva – advogado Dr. Victor Hugo dos Santos Pereira
Professor Alcides e Max Menezes – advogados Ramon Cândido, Leonardo Batista e Alexandre Dias

Defesa de Professor Alcides perdeu o prazo para se manifestar: encerrou em 29/09, às 23h59.
Manifestação foi apresentada dois dias depois, em 1º de outubro, às 14h30.
Consequência: recurso da coligação adversária pode ser analisado sem considerar os argumentos da defesa.
Caso a Justiça entenda que Alcides teve participação no abuso de poder, ele pode ficar inelegível até 2032.
Julgamento do recurso ainda não tem data marcada.
Defesa tenta reverter os efeitos do atraso processual e manter decisão de inocência.
Expectativa é que o TRE-GO julgue o caso nas próximas semanas.
“Não há nada nos acontecimentos que aponte qualquer responsabilidade do deputado Professor Alcides.”
Advogados reforçam convicção jurídica do julgamento anterior, que reconheceu a inocência do parlamentar.
Continuarão trabalhando para comprovar que ele não teve envolvimento nas denúncias apresentadas.
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