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Meta da gestão é homologar parcialmente a pista para pousos e decolagens e ampliar a infraestrutura até 2026 (Foto: Divulgação)

Obras do Governo de Goiás buscam viabilizar retomada do Aeroporto de Cargas de Anápolis

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O Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), realiza obras de recuperação ambiental na área do Aeroporto de Cargas de Anápolis.

O investimento estadual é de R$ 38 milhões e tem o objetivo de corrigir um passivo ambiental originado entre 2010 e 2012, durante a construção do empreendimento.

Diagnóstico ambiental

Estudos técnicos elaborados pela Goinfra identificaram falhas na execução do sistema de drenagem pluvial previsto no projeto original.

A ausência de estrutura adequada provocou um processo erosivo que atingiu cerca de 160 hectares, área equivalente a 224 campos de futebol.

O diagnóstico ambiental resultou na elaboração de um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), que orienta as ações de correção.

As obras, em andamento há 60 dias, são classificadas como a maior intervenção de recuperação ambiental em curso no Estado.

Aeroporto de cargas de Anápolis em obras

Goinfra recupera passivos ambientais para reativação do Aeroporto de Cargas de Anápolis (Foto: Divulgação)

Intervenções em execução

As medidas adotadas envolvem seis etapas principais:

  • instalação de sistema de drenagem pluvial;

  • correção dos processos erosivos, incluindo três voçorocas e diversas ravinas;

  • reconstrução da cabeceira da pista;

  • desassoreamento de cursos d’água;

  • reflorestamento das Áreas de Proteção Permanente (APPs);

  • terraceamento e revegetação das áreas planas.

De acordo com o gerente de Estudos Ambientais da Goinfra, Fábio Miguel da Silva Borges, as quatro primeiras etapas estão em execução e devem ser concluídas ainda no período de estiagem.

A revegetação e o reflorestamento correspondem à fase final dos trabalhos.

O projeto também prevê a construção de terraços para aumentar a infiltração da água da chuva e dispositivos para reduzir a velocidade do escoamento, evitando novas erosões.

Origem do problema

Segundo a Goinfra, o passivo ambiental teve origem no início da década de 2010, quando a empresa responsável pela obra não implantou o sistema de drenagem pluvial previsto.

O agravamento do processo erosivo foi constatado entre 2015 e 2016 por meio de imagens de satélite.

O presidente da Goinfra, Pedro Sales, informou que a autarquia realiza dois canais de drenagem e a recuperação do Ribeirão Extrema, afetado pelo processo erosivo.

Próximas etapas

Após a conclusão das intervenções, a previsão é de que o Aeroporto de Cargas seja devolvido à Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) para a retomada das obras de implantação.

A meta do Governo de Goiás é homologar parcialmente a pista para pousos e decolagens e ampliar a infraestrutura até 2026.

O prefeito de Anápolis, Márcio Corrêa, informou que a prefeitura já mantém tratativas com operadores logísticos interessados em atuar no aeroporto após a conclusão das obras.


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