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Presidente da Fecomércio, Marcelo Baiocchi | Foto: Ruber Couto

‘Segurar lote é prejuízo’: Baiocchi contesta tese da Prefeitura de Aparecida e questiona aumento de imposto

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O aumento do Imposto Territorial Urbano (ITU) proposto pela Prefeitura de Aparecida de Goiânia não ficará restrito ao setor produtivo.

Atenção: Ao copiar material produzido pela Folha Z, favor citar os créditos ao site. Bom jornalismo dá trabalho!

A avaliação é do presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio Goiás), Marcelo Baiocchi, que afirma que a mudança deverá chegar diretamente ao consumidor final.

A declaração foi feita durante entrevista à Folha Z, ao repórter Dayrel Godinho.

Baiocchi recebeu a reportagem da Folha Z na sede da Federação, no setor Marista | Foto: Ruber Couto

Segundo Baiocchi, qualquer elevação da carga tributária no País tende a se refletir no preço dos produtos e serviços.

“Achar que vai aumentar a carga tributária e quem vai pagar é o empresário é um engano. O empresário não trabalha no prejuízo. Se o imposto subir, será repassado ao produto”, afirmou.

Impacto no consumo

Para ele, mesmo que o aumento reduza a margem do empreendedor, o efeito final permanece sobre o consumidor.

“Não vai sair do bolso do empresário. Vai sair do bolso de quem compra”, disse.

Pedido de reavaliação

Baiocchi sugeriu que o projeto seja reavaliado.

A proposta em discussão na Câmara Municipal prevê elevar em 100% a alíquota do ITU para imóveis com valor venal acima de R$ 1 milhão.

Para imóveis com valor inferior, a cobrança varia entre 1,8% e 2,8%.

Imóveis avaliados em até R$ 60 mil manterão a alíquota de 1,5%.

Ele afirmou que todo o texto precisa ser analisado e disse que aguardará o posicionamento do Sindicato dos Condomínios e Imobiliárias (Secovi), que integra o sistema Fecomércio.

Debate sobre especulação imobiliária

Baiocchi também comentou a justificativa de que o aumento do ITU poderia combater a especulação imobiliária.

“Não será com o aumento de ITU que vai se conseguir regular para que não haja especulação imobiliária”, afirmou.

Ele reforçou que não há especulação imobiliária na dinâmica atual do mercado.

Segundo o presidente, empresas que mantêm lotes sem vender arcam com custos elevados, o que torna inviável a prática.

“Uma empresa que ‘segura lote’ está perdendo dinheiro, porque ela tem um custo muito alto para a manutenção”, disse.

Baiocchi acrescentou ainda que o objetivo de qualquer imobiliária é vender rapidamente.

“O sonho de uma imobiliária é lançar um loteamento e, no outro dia, estar com tudo vendido”, completou.

Baiocchi defende ampla discussão

Para o presidente, o tema exige uma discussão mais ampla e soluções estruturais.

Ele defende que o debate seja conduzido com participação dos setores envolvidos antes de qualquer alteração tributária.

Aciag

Nesta 2ª feira (8), empresários se reuniram com o prefeito Leandro Vilela na sede da Associação Comercial e Industrial de Aparecida de Goiânia (Aciag) para tratar do assunto e buscar encaminhamentos.


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