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Ação gerou desconforto entre usuários do transporte coletivo. A passagem, porém, já custa R$ 3,30 (Foto: Reprodução)

Manequim algemado culpa puladores de catraca pela péssima qualidade do transporte coletivo

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Ação gerou desconforto entre usuários do transporte coletivo. A passagem, porém, já custa R$ 3,30 (Foto: Reprodução)

Ação gerou desconforto entre usuários do transporte coletivo. A passagem, porém, já custa R$ 3,30 (Foto: Reprodução)

Campanha realizada pelo Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros (Setransp) para combater fraudes no transporte coletivo em Goiânia despertou a curiosidade dos passageiros.

Quem tomou ônibus nesta quinta-feira (19) teve a chance de ver manequins algemados a cadeiras do coletivo. Segundo o Setransp, a ação visa conscientizar o goianiense de que os pequenos delitos cometidos por passageiros são culpados pela falta de investimentos no transporte coletivo.

A camiseta exposta pelos manequins dizia: “Quem frauda o transporte coletivo ocupa o lugar de quem paga”.

As empresas reclamam das pessoas que pulam as catracas  para entrar nos terminais ou ônibus sem pagar ou ainda usam o Cartão Fácil de terceiros. Segundo o diretor da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC), Leomar Avelino, o prejuízo com as fraudes gira em torno de R$ 40,3 milhões por ano, quantidade que daria pra comprar em torno de 151 novos ônibus.

Outras medidas do coletivo de empresas responsáveis pelo serviço em Goiânia foram eliminar a venda de bilhetes nos terminais do eixo Anhanguera, restringir o número de viagens permitidas e exigir a identificação dos portadores de carterinhas de estudante ao motorista do ônibus. Melhorias na prestação do serviço, porém, ainda não foram anunciadas.

Opinião

O colunista Rodrigo Czepak analisou a situação: “Alguma coisa acontece no transporte coletivo da Região Metropolitana de Goiânia. Os responsáveis decidiram ignorar os reais problemas que afligem o usuário e optaram por adotar um revezamento de medidas inócuas ao funcionamento do sistema. De uma só tacada brotaram comerciais na mídia, algemas e bonecos nos ônibus. Uma tentativa desesperada de apontar as fraudes no sistema como responsáveis diretas pela acentuada queda na qualidade do serviço oferecido ao cidadão.”

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