
O cenário da disputa ao Senado Federal dentro da base do vice-governador Daniel Vilela envolve 3 pré-candidaturas e discussão jurídica sobre a composição das chapas.
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Hoje, são apontados como pré-candidatos:
Como são duas vagas ao Senado em disputa, cada candidatura deverá indicar 2 suplentes, totalizando 6 nomes.

Advogados têm atuação na magistratura | Foto: Reprodução
A Folha Z consultou 2 advogados eleitoralistas com atuação na magistratura: o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Henrique Neves e o ex-juiz ouvidor do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) Marcio Moraes.
Segundo os juristas, na hipótese de não haver coligação específica para o cargo de senador, a chapa deve ser “pura”, ou seja, titular e suplentes precisam ser do mesmo partido.
Moraes mencionou que o entendimento tem como referência consulta formulada pelo ex-deputado federal Delegado Waldir (União Brasil).
Ele observou que houve nova consulta sobre o tema, mas sem deliberação definitiva posterior que alterasse o entendimento.
Henrique Neves afirmou que, quando o partido opta por lançar candidatura isolada ao Senado, todos os integrantes da chapa, titular e suplentes, devem estar filiados à mesma legenda.
Em 2022, na base do governador Ronaldo Caiado, os então candidatos Alexandre Baldy (PP), Vilmar Rocha (PSD) e Delegado Waldir (União Brasil) tiveram suplentes filiados aos respectivos partidos.

Alexandre Baldy, Vilmar e Delegado Waldir tiveram suplentes da mesma legenda | Foto: Reprodução
De acordo com o entendimento citado pelos juristas:
Nesse cenário, caso partidos estejam unidos na disputa ao governo, eles não poderiam se dividir em novas composições distintas exclusivamente para o Senado.
Movimentações políticas
Nos bastidores, circulavam informações sobre a possibilidade de suplentes serem indicados por partidos diferentes do titular da chapa.
Entre os nomes mencionados estavam o ex-prefeito Gustavo Mendanha (PSD), citado como possível suplente de Gracinha, e Pedro Chaves (MDB), atual 1º suplente de Vanderlan.
Aliados do vice-governador confirmaram que essa hipótese chegou a ser considerada.
Integrantes do MDB, por outro lado, afirmaram não ter conhecimento consolidado sobre a tese jurídica.
Outro pré-candidato ao Senado informou que a definição sobre composição de titular e suplentes dependerá de avaliação jurídica a ser realizada pelas equipes dos partidos envolvidos.





