Caiado diz que vacinação será conduzida a nível nacional

“Não se divide o país entre um Brasil rico, que pode receber vacina, e um pobre, que não tem direito à imunização”, alertou o governador

Caiado, esteve reunido em Goiânia com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello | Foto: divulgação

O governador Ronaldo Caiado (DEM) afirmou nessa 6ª feira (11), durante live nas redes sociais, que “toda e qualquer vacina, importada ou produzida no Brasil, será requisitada pelo Ministério da Saúde”.

Caiado, que esteve pela manhã com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, ressaltou que a prerrogativa da vacinação é do governo federal, que vai fazer a distribuição equitativa para todos os Estados.

“Isso é um desrespeito à Constituição”

Segundo o governador, o ministro deixou claro que nenhum Estado será tratado de forma diferente.

“Não se divide o país entre um Brasil rico, que pode receber vacina, e um pobre, que não tem direito à imunização. Isso é um desrespeito à Constituição”, alertou.

São Paulo

Caiado classificou a postura de gestores que falam em iniciar a vacinação fora do plano nacional como de “uma mesquinhez ímpar”.

“De repente, o governador mora no Estado de São Paulo e estava ali fazendo caravanas para saber qual o prefeito e qual o governador que iria aderir à produção, sendo que não está sequer certificado”, pontuou.

Em Goiânia, ministro da Saúde Eduardo Pazuello participou da inauguração da Maternidade Célia Câmara | Foto: divulgação

Em vídeo gravado ao lado de Caiado, Eduardo Pazuello, que esteve em Goiânia para a inauguração oficial do Hospital e Maternidade Municipal Célia Câmara, reforçou as declarações do goiano.

“Vamos ter a vacina para todos os brasileiros de forma gratuita, equitativa”, explicou.

“Um plano único de um Brasil para um todo. Na hora certa com distribuição gratuita, segura, sem expor a população a nenhuma aventura”, destacou.

LEIA: Estado de Maguito é ‘mais grave’ após cirurgia para conter sangramento


Acompanhe a Folha Z no Instagram (@folhaz), no Facebook (jornalfolhaz) e no Twitter (@folhaz)

Comentários do Facebook