Instalações da Colônia Agroindustrial do regime semiaberto do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
Instalações da Colônia Agroindustrial do regime semiaberto do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

A Justiça goiana determinou a interdição da Colônia Agroindustrial do Regime Semiaberto de Aparecida de Goiânia.

De acordo com a decisão da juíza Wanessa Rezende Fuso Brom, da 2ª Vara de Execução Penal, a medida tem caráter parcial e temporário.

A magistrada ordenou que o local fique interditado por 3 meses, até 27 de novembro de 2019.

A justificativa é que a colônia passe por reformas estruturais para reparar os danos ocasionados pela rebelião de 1º de janeiro de 2018.

Para tanto, será utilizada verba originária de penas pecuniárias e medidas alternativas.

“A reestruturação visa propiciar, também, maior dignidade no cumprimento da pena no regime semiaberto e melhorias nas condições de trabalho dos servidores lotados na unidade”, argumentou a juíza.

Prisão domiciliar

Aos condenados a pena de regime semiaberto que atualmente pernoitam no local será concedida prisão domiciliar excepcional nesse período.

Eles terão que usar tornozeleira eletrônica e assinarão Termo de Ciência de Interdição Parcial e Temporária da Colônia Agroindustrial do Regime Semiaberto e Compromisso de Prisão Domiciliar Temporária.

Já as funções administrativas da unidade continuarão funcionando para atendimento de apenados, advogados e Defensoria Pública, recaptura de presos, inclusões no regime, cumprimento de sanções disciplinares etc.

A Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP) ainda não se posicionou sobre o caso.

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