Polícia Civil prende homem investigado por espancar sua diarista até a morte, em Aparecida de Goiânia | Foto: Divulgação/PC-GO
Polícia Civil prende homem investigado por espancar sua diarista até a morte, em Aparecida de Goiânia | Foto: Divulgação/PC-GO

Um homem de 45 anos foi preso no Setor Papillon Park, em Aparecida de Goiânia, indiciado por espancar uma mulher até a morte.

O mandado de prisão temporária foi cumprido por meio da 5ª Delegacia Distrital da Polícia Civil, com apoio da 2ª Delegacia Regional, nessa 4ª feira (27).

O indiciado estava escondido em uma empresa de reciclagem.

De acordo com a PC, o indivíduo é de altíssima periculosidade, já tendo sido condenado em 2007 por homicídio doloso, ocorrido também em Aparecida de Goiânia.

Ele também responde por violência doméstica em desfavor da irmã, ocorrida em 2018, e da própria mãe, em 2020, ambas com medidas protetivas decretadas pela Justiça.

Confira o momento da prisão:

O crime

Segundo a investigação, o suposto autor e esposa estavam em casa, no Setor Terra Prometida, no dia 7 de janeiro de 2021, data dos fatos.

Naquela ocasião, a vítima, Denise Alves Fernandes, de 54 anos, realizava faxina no imóvel.

Foi então que ela, ao testemunhar o homem agredindo a esposa, tentou intervir.

Irado, o patrão iniciou diversas agressões, entre socos e chutes, contra a diarista.

Atingida na região da face e com múltiplas lesões, ela foi encaminhada ao Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia (Huapa).

Uma semana depois, no dia 14/01, porém, ela morreu em decorrência de traumatismo cranioencefálico.

Diarista Denise Alves Fernandes
Diarista Denise Alves Fernandes, de 54 anos | Foto: Divulgação/PC-GO

Diligências

Após inúmeras diligências, a 5ª DDP de Aparecida concluiu o inquérito.

Entre as informações reunidas, inclusive, há o depoimento da esposa do homem, que foi testemunha presencial do fato e corroborou a existência das agressões contra a vítima.

Com isso, o indivíduo foi indiciado por homicídio qualificado por circunstância que impossibilitou a defesa da vítima e motivo fútil.

Os crimes podem resultar em pena de até 30 anos de reclusão.

Agora, ele se encontra recolhido na carceragem.

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