Celg começou a ser dilapidada no governo PMDB, diz Marconi

De acordo com Marconi, somente em seu primeiro governo é que as contas em atraso da companhia goana começaram a ser pagas
De acordo com Marconi, somente em seu primeiro governo é que as contas em atraso da companhia goana começaram a ser pagas

Governador e candidato à reeleição, Marconi Perillo (PSDB) esteve na Rádio Bandeirantes FM, onde respondeu diversas perguntas. Questionado sobre possíveis diferenças deste processo eleitoral em comparação com o de 2010, Marconi afirmou que a população está mais atenta e acompanhando de perto as propostas dos candidatos.

De acordo com Marconi, é cada vez mais visível, principalmente por parte dos eleitores mais jovens, rejeição aos candidatos que mentem nas campanhas. “Isso ocorre quando o político diz que vai fazer uma coisa e que todo mundo sabe que não existe a menor possibilidade de ser feita. As pessoas querem promessas e propostas ‘pé-no-chão’, querem ter a certeza de que o candidato está falando a verdade”.

Celg

Sobre o processo de federalização da Celg, Marconi fez questão de pontuar as ações que desencadearam nos transtornos da companhia goiana. “A Celg começou a ser dilapidada há muitos anos atrás, nos governos do PMDB. Sabíamos que a Celg tinha duas ‘galinhas dos ovos de ouro’: a Usina de Corumbá I, vendida por Iris Rezende (PMDB) para Furnas; e Cachoeira Dourada”, disse.

De acordo com Marconi, somente em seu primeiro governo é que as contas em atraso da companhia goana começaram a ser pagas. “Nós reorganizamos a empresa e precisamos entregar a administração para a Eletrobras. E desde janeiro de 2012 a Celg é administrada pelo governo Federal”.

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