
Diretor da Alego surge com apoio político e meta de até 30 mil votos
O sinal verde do presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Bruno Peixoto, recoloca o nome de Eduardo Bernardes no tabuleiro de 2026, mas sob uma condição central: o projeto pode ser reavaliado caso o grupo político opte por reforçar a candidatura do ex-prefeito de Goianira, Carlão da Fox.
Diretor de Saúde da Alego, Eduardo Bernardes passa a ser tratado como pré-candidato competitivo a deputado estadual.
O movimento é sustentado por 3 pilares: estrutura financeira, apoio político e a relação direta de longa data com Bruno Peixoto, construída ao longo de cerca de 25 anos.
Nos bastidores, o crescimento empresarial do pré-candidato é apontado como fator de peso.
Em disputas proporcionais, a capacidade de autofinanciamento amplia autonomia e reduz dependência de recursos partidários.
A meta estabelecida é clara: entre 25 mil e 30 mil votos, patamar considerado competitivo para eleição.
Filiado ao PRD, partido federado ao Solidariedade, Eduardo entra em ambiente de forte concorrência interna.
A federação já reúne 6 deputados estaduais com mandato que devem disputar a reeleição em 2026, entre eles Coronel Adailton e Wagner Neto.
O cenário exige estratégia mais seletiva, já que a disputa por espaço dentro da federação tende a ser intensa.

Coronel Adailton e Wagner Neto | Foto: Reprodução
Eduardo Bernardes aposta em nichos específicos para consolidar votação.
O principal é o núcleo político da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, grupo organizado e com histórico de disciplina eleitoral.
Também conta com o entorno político ligado ao presidente da Alego, Bruno Peixoto, com possível apoio de nomes como Juscelino Peixoto e Marlo Pereira.
No território, a estratégia está concentrada em Goiânia, Goianira e cidades do entorno da capital, buscando formar redutos e evitar dispersão de votos.
O projeto ainda não é definitivo.
Eduardo mantém como alternativa o apoio ao ex-prefeito Carlão da Fox, dependendo de rearranjos internos no grupo.
A pré-candidatura nasce com estrutura financeira, apoio político e inserção no grupo de Bruno Peixoto.
O desafio é transformar esses ativos em votos dentro de uma federação já competitiva e com nomes consolidados.

Eduardo Bernardes | Foto: Divulgação






