Nilson Gomes é pré-candidato do DEM a prefeito de Goiânia | Foto: Divulgação
Nilson Gomes é pré-candidato do DEM a prefeito de Goiânia | Foto: Divulgação

O jornalista e advogado Nilson Gomes, pré-candidato do DEM a prefeito de Goiânia, quer que “as autoridades deixem em paz os motoristas de aplicativos”.

Por ele, prefeituras como de Aparecida e da Capital devem se contentar com os 50 mil empregos gerados por Uber, 99 e outros aplicativos de transporte de passageiros e entrega de alimentos.

“Não tem de inventar regulamentação ou outros palavrões da burocracia”, receita o jornalista.

Nilson Gomes considera injusto o tratamento fiscal dado aos novos empreendedores.

Motoristas de app | Foto: Reprodução
Motoristas de app | Foto: Reprodução

“Empresas de ônibus são bilionárias e compram seus veículos sem impostos federais nem estaduais. Assim também são os produtores rurais, os taxistas, todos isentos. Por que os motoristas de aplicativos têm de pagar até 42% de tributos?”.

O caminho, de acordo com seu planejamento, é a parceria entre os governos federal e estadual, dos quais é aliado, “para isentar quem sustenta a família dirigindo dia e noite”.

Locadoras 

Para Nilson Gomes, “o maior absurdo” é o caso das locadoras de veículos.

“Elas compram os carros sem impostos e alugam para os motoristas de aplicativos com o preço cheio”, aponta.

“O coitado vira escravo do aluguel”. Suas contas são simples: com a locação mensal de R$ 1.400, “em dois anos a vítima quita o carro para a locadora e continua a pé”.

Nilson Gomes articula para direcionar os financiamentos oficiais (Goiás Empreendedor, Agência de Fomento, FCO, BNDES) aos motoristas de aplicativos e outros microempreendedores.

“Durante as últimas décadas, apenas os graúdos tiveram acesso ao dinheiro a juros camaradas. Chegou a vez do pequeno”, afirma.

Nilson Gomes | Foto: Divulgação
Nilson Gomes | Foto: Divulgação

Centrais de monitoramento

Outro projeto do pré-candidato é implantar centrais de monitoramento para interligar as transmissões via celular em horários e ocasiões que os motoristas considerarem suspeitos.

“Não vai custar 1 centavo sequer para o motorista e vai impedir a violência que já custou a saúde e até a vida de trabalhadores do volante”, garante Nilson Gomes, enquanto calcula ser possível que a Cide (o imposto da gasolina) indenize quem sofre violência.

“É vital remunerar o motorista pelos dias parados após acidente ou assalto, consertar seu carro ou lhe restituir com um em igual estado, além de pagar tratamento físico e psicológico e bancar pensão por morte”.

A chapa estrelada do PP para as eleições em Aparecida


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