

Oratória, imagem de outsider e organização financeira estão entre os desafios apontados nos bastidores
Nos bastidores da campanha de Wilder Morais, a avaliação é de que a oratória é um dos pontos que mais precisam evoluir.
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O senador tem perfil mais técnico e racional, típico de quem vem da engenharia, mas encontra dificuldades quando precisa falar, argumentar e sustentar uma ideia.
Para integrantes do próprio núcleo político, Wilder ainda não consegue transformar sua experiência e suas posições em um discurso que dialogue facilmente com o eleitor.
A avaliação é de que ele ainda carrega imagem de outsider da política.
O discurso de empresário, frequentemente utilizado pelo senador, reforça essa percepção.
O problema, segundo aliados, é que o eleitor goiano não procura apenas um empresário para governar o Estado.
A expectativa é por alguém que consiga se apresentar como gestor, com capacidade de conduzir a máquina pública e tomar decisões.
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Outro ponto discutido internamente é a estrutura financeira da campanha.
Wilder enfrenta dificuldades para organizar a campanha financeiramente, embora dinheiro, segundo pessoas próximas, não seja um problema pessoal para o senador.
Apesar das limitações, o núcleo duro de Wilder Morais mantém a aposta de que sua candidatura vai crescer ao longo da campanha.
A avaliação interna é de que o projeto do senador pode crescer mais do que o de Marconi Perillo.
Ao mesmo tempo, o grupo reconhece que Daniel Vilela é um adversário difícil de superar.
A leitura é de que o candidato do MDB também terá crescimento durante a campanha e que a disputa tende a ficar mais apertada à medida que a eleição avançar.






