Base não sustenta e Leandro sofre revés na Câmara de Aparecida

Câmara derruba veto de Leandro Vilela
Base não sustenta e Leandro sofre revés na Câmara de Aparecida | Foto: Marcelo Silva

Com maioria simples, vereadores garantem participação de membro no Conselho Muniicipal da Pessoa com Deficiência Física

Nesta 3ªfeira (3), vereadores de Aparecida de Goiânia derrubaram o veto do Poder Executivo que impedia a participação de representante da Câmara no Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CMDPD).

Com a decisão, o Legislativo assegurou presença no colegiado.

À Folha Z, um vereador afirmou que o veto foi rejeitado porque os parlamentares querem acompanhar e fiscalizar as ações do conselho.

De autoria do Poder Executivo, o projeto reorganiza o CMDPD e cria o Fundo Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (FMDPD).

No entanto, o prefeito de Aparecida de Goiânia, Leandro Vilela, vetou o trecho que previa a indicação de representante da Câmara no grupo.

Ao retornar para análise do Legislativo, o veto foi derrubado por maioria simples.

Câmara derruba veto de Leandro Vilela

Com maioria simples, Plenário da Câmara de Aparecida derruba veto do prefeito Leandro Vilela | Foto: Marcelo Silva

Reformulação

Com a reestruturação aprovada, o conselho passa a ter caráter consultivo, deliberativo e fiscalizador.

O colegiado será composto por 12 membros titulares e 12 suplentes, de forma paritária entre o Poder Público e a sociedade civil.

O mandato será de 2 anos, permitida recondução.

Recursos do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência

O funcionamento do conselho e o financiamento das políticas públicas da área são garantidos por três fontes principais:

1️⃣ Orçamento do Município
Previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA), cobre despesas administrativas, como estrutura, apoio técnico e custos operacionais.

2️⃣ Fundo Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (FMDPD)
Criado em Aparecida, pode receber recursos do orçamento municipal, transferências estaduais e federais, emendas parlamentares, convênios, doações e valores oriundos de TACs ou decisões judiciais. É o instrumento que financia projetos e ações voltados às pessoas com deficiência.

3️⃣ Transferências intergovernamentais
Incluem repasses da União e do Governo de Goiás, especialmente por meio de convênios com ministérios e secretarias estaduais.

 

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