Autoridades de saúde de Goiás estão em alerta monitorando a chegada da cepa indiana do coronavírus ao Brasil, com confirmação de 1 caso em Minas Gerais e suspeita no Distrito Federal.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a variante tem chance de maior transmissibilidade e características que podem tornar as vacinas menos eficazes.

Só no mês passado, a cepa já havia sido identifica em ao menos 17 países.

No Brasil, a prefeitura de Juiz de Fora (MG) informou ter sido notificada que o sequenciamento genético de um paciente internado na Santa Casa de Misericórdia do município teve resultado positivo para a variante indiana do novo coronavírus.

Em nota, a Secretaria de Saúde diz que o paciente está sendo acompanhado e monitorado pelo Departamento de Vigilância Epidemiológica desde a sua chegada ao município.

DF

Na última 2ª feira (24), a Secretaria de Saúde do DF informou que um homem que mora na Índia e veio para a capital federal está sob suspeita de infecção pela variante indiana.

Ele fez conexão em Guarulhos em um voo vindo da Índia que levava uma pessoa também com suspeita de infecção pela cepa e, depois, desembarcou em Brasília.

Segundo as informações, o paciente está sendo monitorado e não teve contato com outras pessoas depois que desembarcou.

Embora tenha testado negativo no primeiro exame do tipo RT-PCR que realizou, ele passará por mais 2 testes antes de ser liberado da quarentena, nessa 6ª (28) e depois no dia 4 de junho.

3ª onda

De acordo com o epidemiologista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Mauro Sanchez, não há nenhum estudo conclusivo sobre as características dessa variante.

Porém, caso ela seja mais transmissível do que as anteriores que já assolaram o país, os Estados afetados podem se ver em breve enfrentando uma 3ª onda “tão violenta quanto a que acabamos de ter”, explicou.

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