Após 4 meses, inquérito sobre caso de aborto de GCM segue sem conclusão

Sindicância foi aberta em março após denúncias apontarem que um servidor da Prefeitura de Aparecida teria provocado o aborto de uma GCM sem o consentimento da gestante

O inquérito que apura a ocorrência de um suposto aborto da gestação de uma guarda municipal de Aparecida de Goiânia está há 4 meses sem conclusão.

Nesta quinta-feira, 1º, o Folha Z esteve na 2ª Delegacia Regional da Polícia Civil (PC), que fica próxima à Câmara de Vereadores de Aparecida, região central.

Segundo a delegada responsável pela investigação, Cybelle Tristão, um laudo pericial é aguardado para fechar o inquérito.

O resultado deve sair nos próximos dias.

A delegada não deu detalhes sobre o laudo.

Disse que só irá se pronunciar após o término da investigação.

Hipótese

Um policial civil, que preferiu não se identificar, sugeriu que o laudo pericial, que a delegada Cybelle aguarda, seja diálogos telefônicos envolvendo a GCM e o acusado.

Delegada Cybelle Tristão concede entrevista ao Folha Z
Cybelle Tristão, delegada responsável pelo caso, tem evitado fornecer detalhes da investigação | Foto: Folha Z

Relembre o caso

Um inquérito foi aberto no dia 1º de março após denúncias apontarem que um servidor da Prefeitura de Aparecida teria provocado o aborto de uma GCM sem o consentimento da gestante.

Dias depois, o Folha Z antecipou que os testes iniciais não haviam comprovado a existência do crime.

Indignado com as acusações, o principal suspeito prestou queixa-crime contra pessoas que divulgaram as informações associando seu nome ao caso.

A defesa do homem argumenta que essas pessoas teriam praticado crime de calúnia.


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