PF-organizacao-social-hospital
Polícia Federal investiga denúncia de uso indevido de recursos para combater covid-19 | Foto: Divulgação PF

Uma operação da Polícia Federal (PF) na manhã desta 3ª feira (15), que investiga supostas fraudes em 1 hospital de Pirenópolis, cumpriu diligências em Aparecida de Goiânia, sede da organização social (OS) responsável pela unidade.

Ao todo, foram cumpridos 8 mandados de prisão e 13 de busca e apreensão em 5 cidades.  

A PF investiga fraude de quase R$ 2 milhões em compras de matérias para combate à Covid-19.  

De acordo com as investigações, a OS, que gere o Hospital Estadual Ernestina Lopes Jaime, em Pirenópolis, comprava produtos, como álcool e máscaras, de péssima qualidade. 

Os policias constataram, por exemplo, que o álcool em gel tinha substâncias que podem ser tóxicas, semelhantes ao tíner.

Álcool gel e H1N1: como se prevenir da doença que é surto em Goiânia | Foto: Bruno Fortuna/ Fotos Públicas
Segundo polícia, álcool em gel usado em hospital de Pirenópolis tinha sustância semelhando a tíner | Foto: Bruno Fortuna/ Fotos Públicas

Presos  

Dois empresários responsáveis pela fabricação do álcool em gel foram presos.

Além deles, 3 vendedores e 3 funcionários da OS também foram detidos.

Um 3º mandado de prisão só não foi cumprido porque seu alvo não foi encontrado.

Além da prisão, os suspeitos tiveram sequestros e indisponibilidade dos bens. 

A operação cumpriu mandados ainda em Goiânia, Brasília e Macapá (AP). 

A OS, por nota, informou que não fará pronunciamento, pois aguarda a conclusão das investigações. 

Paralisia facial afetou voluntários da vacina Pfizer na fase final de testes


Acompanhe tudo que acontece em Goiânia seguindo o Folha Z no Instagram (@folhaz), no Facebook (jornalfolhaz) e no Twitter (@folhaz)

Comentários do Facebook