Usuário nada satisfeito com Atende Fácil da Prefeitura

Jogo Limpo com Rodrigo Czepak

Atende Fácil pretendia agilizar o acesso da população aos serviços
Atende Fácil pretendia agilizar o acesso da população aos serviços

Usuário nada satisfeito com Atende Fácil da Prefeitura

O dinamismo do atendimento público recomenda atualização permanente dos fatos. Há pouco mais de um mês, a Secretaria de Finanças da Prefeitura de Goiânia comemorava índice de satisfação de 99,52% dos usuários do Programa Atende Fácil, central de relacionamento instalada no Paço e que recebeu o contestado apelido de Vapt-Vupt Municipal. O fechamento da primeira semana indicava tempo médio de dois minutos de espera e 10 minutos para conclusão do atendimento.

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De lá pra cá a realidade mudou consideravelmente, conforme atestam imagens feitas na manhã desta quarta-feira. O atendimento fácil já não está mais fácil como antes, provocando longas filas e uma espera bem superior aos 10 minutos de junho. A irritação tomou conta dos usuários, contrariados com a queda na agilidade e na qualidade do serviço. O desafio da Prefeitura de Goiânia é reencontrar a compatibilidade entre as imagens de um espaço lotado e o índice real de satisfação dos cidadãos.

Mais gestos e menos palavras

Enquanto o Movimento VoltaIris, programado para a próxima sexta-feira, vai ganhando forma, aproveito para reafirmar três tópicos do que escrevi há uma semana neste mesmo espaço: 1 Iris é um animal politico; 2 só a morte o tira da vida pública; 3 ele sempre foi movido a manifestações pessoais, o olho no olho, nada de textos ou gravações. Não tenho, com essas observações, a pretensão de antecipar nada. Muito menos fazer previsões. Iris Rezende é o senhor do próprio destino, apenas no seu dicionário pessoal ainda não está escrita a palavra aposentadoria. Se ela acontecer, para mim, será uma surpresa. Ficarei, desta forma, aguardando o real motivo que levará o ex-ministro a pendurar as chuteiras.

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Tempos do baixo clero

Os 17 nomes que se inscreveram para a eleição de presidência da Câmara dos Deputados superaram, em quantidade, outro pleito que entrou para a história da política brasileira: o triunfo do nordestino Severino Cavalcante, o legítimo representante do baixo clero daquela Casa. Hoje, depois de tantos escândalos e do psicopata Eduardo Cunha, já é possível reconhecer o quanto Severino era inofensivo politicamente. Um deslumbrado em meio às cobras e lagartos de Brasília.

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