Goiás vai receber 3,2 milhões de doses da vacina CoronaVac
Goiás vai receber 3,2 milhões de doses da vacina CoronaVac, do Instituto Butantan, 7% do total anunciado pelo Ministério da Saúde | Foto: Britto

Goiás receberá 3,2 milhões de doses da vacina CoronaVac adquiridas por meio de acordo firmado entre o Ministério da Saúde (MS) e o Instituto Butantan.

O montante representa 7% do total para todo o país.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, o Governo de Goiás já está preparado para iniciar a vacinação no final deste mês de janeiro ou logo no início de fevereiro.

“A vacina está cada dia mais perto. Provavelmente, na próxima semana, teremos sinalização do Ministério da Saúde (MS) sobre datas”, explicou o secretário Ismael Alexandrino.

Quantidade suficiente

De acordo com o governo, já foram adquiridos 3,8 milhões de kits com seringa e agulha, suficiente para vacinar mais da metade da população goiana.

“Fomos o primeiro Estado brasileiro a fazer essa compra. De forma que, quando o Ministério da Saúde nos enviar a vacina, teremos condições de distribuir e aplicá-la”, detalhou Alexandrino.

Segundo ele, há cerca de 1,5 a 1,8 milhão de pessoas nos grupos de risco no Estado.

O pedido para uso emergencial das doses foi recebido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta 6ª feira (8).

'Apresento a vocês a Vacina Butantan-Sinovac contra a covid-19', escreveu o governador Ronaldo Caiado nas redes sociais | Foto: Reprodução
‘Apresento a vocês a Vacina Butantan-Sinovac contra a covid-19’, escreveu o governador Ronaldo Caiado nas redes sociais ainda em outubro | Foto: Reprodução

Plano de vacinação

Os preparativos de Goiás para receber as doses estão previstos no Plano de Operacionalização para a Vacinação contra Covid-19.

O documento prevê como será a distribuição e armazenamento do imunizante no território goiano, a capacitação dos trabalhadores da saúde, entre outras ações.

Na 2ª feira (11), essas informações serão apresentadas para todos os 246 municípios durante reunião da Comissão Intergestores Bipartite.

Inicialmente, a expectativa é a de que idosos e profissionais de saúde que atuam na linha de frente de combate à Covid-19 sejam priorizados.

Entretanto, ainda é necessário aguardar ajustes do Ministério da Saúde sobre a estratificação das faixas etárias, no caso da população idosa.

Além disso, ainda faltam estudos sobre a segurança da vacinação de crianças e gestantes ainda.

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