
Defesa aposta em voto divergente para tentar reverter cassação que pode colocar Michel Magul na cadeira
A vereadora Aava Santiago (PSB) vai levar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a disputa para tentar permanecer no cargo.
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O novo capítulo começa após o Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) rejeitar, por unanimidade, os embargos de declaração apresentados pela parlamentar contra a decisão que determinou sua cassação por infidelidade partidária.
A defesa pretende usar no TSE um dos principais pontos do julgamento no TRE-GO: o voto divergente da desembargadora Stefane Fiuza Cançado Machado, que se posicionou pela permanência de Aava no mandato.
Segundo os advogados, a manifestação aponta fundamentos jurídicos relevantes para contestar a cassação e apresenta entendimentos que, na avaliação da defesa, dialogam com decisões do TSE e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Aava deixou a federação PSDB/Cidadania no início de 2026.
Ela havia sido eleita vereadora em 2024 pela federação e deixou a legenda fora da janela partidária.
Em nota, Aava afirmou que a decisão do TRE-GO “não encerra a discussão jurídica” e que a defesa continuará recorrendo dentro dos instrumentos previstos na legislação.

Michel Magul é o primeiro suplente da vereadora | Foto: Folha Z
Caso a cassação seja mantida definitivamente, a cadeira ficará com Michel Magul (PSDB), 1º suplente da Federação PSDB/Cidadania.
Baixas no PSB de Aava e PSDB de Alcides aumentam dependência dos principais nomes






