Com 2 demissões, Bolsonaro inicia ampla reforma ministerial

Corredores de Brasília estão agitados

Após a confirmação das exonerações do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e do ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, fontes de Brasília dão como certa uma ampla reforma ministerial no governo do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido).

Enquanto a queda de Araújo, pressionada por senadores, já era esperada, a saída de Azevedo foi vista com surpresa por aliados.

Para o seu lugar, o ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, está cotado para assumir a Defesa.

Por sua vez, o Secretário de Governo Luiz Eduardo Ramos assumiria a Casa Civil.

Na pasta de Governo, responsável pela articulação com o Congresso, um nome político é a principal aposta: o do líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO).

Outra mudança mais certa

Fontes palacianas ainda asseguram que o atual chefe da Advocacia Geral da União, José Levi, deve ser exonerado em breve.

De acordo com informações do jornal O Estado de São Paulo, uma das possibilidades levantadas nos bastidores é com o retorno do ministro André Mendonça à pasta.

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