
Proposta pode afetar vereadores que ficaram como suplentes nas eleições de 2026
Após alterarem o Regimento Interno da Câmara de Goiânia, os vereadores querem modificar a Lei Orgânica do Município (LOM) para regulamentar as licenças de parlamentares convocados a assumir temporariamente mandatos em outros parlamentos.
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São as licenças para assumir, temporariamente, os mandatos de:
A proposta foi apresentada pelo vereador Bruno Diniz (MDB) nesta 3ª feira (13).
O texto complementa a alteração do Regimento Interno, apresentada pelo 1º secretário da Casa, Henrique Alves (MDB), que também assina a proposta da LOM com outros 13 vereadores.
O projeto altera os artigos 71, 72 e 73 da LOM para regulamentar o afastamento temporário de vereadores convocados para outros parlamentos.
A proposta prevê que o vereador mantenha o mandato municipal, mas fique afastado do exercício da função e sem remuneração da Câmara de Goiânia durante o período.
O texto também proíbe o exercício simultâneo de 2 mandatos e prevê a convocação de suplente apenas quando a licença superar 120 dias.
Na justificativa, Bruno Diniz afirma que a medida diferencia a manutenção do mandato municipal, com exercício suspenso, da ocupação simultânea de 2 cargos eletivos.
A mudança pode beneficiar vereadores que disputaram as eleições de 2026 e ficaram como suplentes na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) ou na Câmara dos Deputados.
Entre os nomes nessa situação estão:
MDB
Lucas Vergílio — 1º suplente.
União Progressista
Sanches da Federal (PP) — 1º suplente.
Federação Brasil da Esperança
Professor Edward (PT) — 1º suplente.
Podemos
Igor Franco — 3º suplente.
Mobiliza
Cabo Senna — 3º suplente.
Novo
Welton Lemos — 4º suplente.
PL
Willian Veloso — 5º suplente.
Caso o complemento seja formalizado e considerada válida, a medida poderá abrir caminho para que vereadores em exercício assumam temporariamente mandatos em outras Casas Legislativas, com convocação dos respectivos suplentes para ocupar suas vagas na Câmara de Goiânia.
A validade jurídica da iniciativa, porém, permanece como ponto central de questionamento.







