
Deputada estadual é presidente licenciada do Sintego e uma das líderes dos servidores da Educação
A deputada estadual e presidente licenciada do Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado de Goiás (Sintego), Bia de Lima (PT), afirma que ainda o Piso do Magistério já estava consolidado junto ao Paço Municipal e que precisa acordar os pontos que levaram os trabalhadores da Educação à Greve em 2022, 2023 e 2024 para colocar fim à paralisação dos servidores.
O Sintego iniciou a greve nesta 3ª feira (12).
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Os servidores pedem o cumprimento do Piso, a plano de carreira para administrativos, pagamento de progressões, data-base e aplicação das leis nº 226/26 e nº 15.326/26.
Segundo ela, o piso já é uma das demandas.
“Não teve [greve] o ano passado, porque estávamos aguardando que a gestão Mabel pudesse se organizar e organizar o orçamento, justamente, para que nós pudéssemos resolver sem greve, contudo o prefeito vem esticando a corda por demais”, afirmou a petista.
Conforme a petista, que está licenciada do mandato à frente do Sintego, o Paço não se atentou e viu a paciência dos servidores se exaurir.
“Justamente por conta da data base e do plano de carreira dos técnicos administrativos da Educação”, afirmou a deputada estadual.
Bia de Lima afirma que os cálculos para o pagamento da data base são feitos pelo Paço.
Contudo, ainda há outros pontos.
Ela reitera que o data-base para quem não tem carreira, para quem ganha salário mínimo é praticamente risco na água.
“Nós precisamos do plano de carreira”, reiterou.
Caso sejam acatadas as demandas, Bia de Lima reitera que a greve pode ter fim já na próxima semana.
“É o que nós apostamos. Tendo uma proposta concreta que a categoria aceite, a gente acredita que pode haver o final da greve, motivo que nós já estamos chamando nova assembleia para terça-feira da semana que vem”, acrescentou.
A deputada estadual e presidente licenciada Sintego, Bia de Lima (PT), afirma que ainda o Piso do Magistério já estava consolidado junto ao Paço e que precisa acordar os pontos que levaram os trabalhadores da Educação à Greve em 2022, 2023 e 2024 para colocar fim à paralisação pic.twitter.com/N8SyvDwMFh
— Jornal Folha Z (@FolhaZ) May 14, 2026






