Marlúcio Pereira quer vaga na Câmara dos Deputados e diz que impasse judicial será resolvido

Marlúcio Pereira | Foto: Divulgação

Mesmo inelegível, ex-deputado afirma que situação jurídica será resolvida rapidamente e mantém articulação política


O ex-vice-prefeito de Aparecida de Goiânia e ex-deputado estadual Marlúcio Pereira (Solidariedade) quer disputar uma das 17 vagas de Goiás na Câmara dos Deputados pela Federação Renovação Solidária.

Atenção: Ao copiar material produzido pela Folha Z, favor citar os créditos ao site. Bom jornalismo dá trabalho!

A informação foi confirmada por ele à Folha Z nesta 3ª feira (19).

Segundo Marlúcio, o projeto político está em fase de articulação e há uma avaliação positiva sobre a viabilidade eleitoral dentro do Solidariedade.

“Estamos nos preparando e construindo a viabilidade do projeto”, afirmou.

Direitos políticos suspensos

Apesar da articulação para viabilizar uma candidatura, Marlúcio Pereira teve os direitos políticos suspensos por 5 anos em 2025, por decisão do juiz Alex Alves Bessa, da Vara da Fazenda Pública, Registros Públicos e Ambiental.

A punição ocorreu após condenação por improbidade administrativa relacionada ao uso irregular de recursos públicos durante gestão em Aparecida de Goiânia.

A decisão também determinou o ressarcimento de cerca de R$ 1,7 milhão aos cofres públicos, valor atribuído solidariamente ao ex-deputado e ao ex-prefeito José Macedo.

Com a condenação, Marlúcio ficou impedido de ocupar cargos públicos e disputar eleições.

O processo transitou em julgado em fevereiro de 2024, e a execução da decisão começou após a negativa dos recursos apresentados pela defesa.

Mesmo diante da inelegibilidade, Marlúcio afirma que o impasse jurídico está próximo de uma solução e diz que a situação não impedirá sua pré-campanha.

“Está na fase final e será resolvido rápido”, disse à Folha Z.

Saída da Cultura

Em 13 de agosto, Marlúcio Pereira pediu exoneração da Secretaria de Cultura de Aparecida de Goiânia.

À época, afirmou que deixaria o cargo para “provar inocência”.

Embora a condenação esteja em vigor desde fevereiro de 2024, o cumprimento efetivo da decisão começou recentemente, após recursos apresentados pelo ex-deputado serem negados pela Justiça


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