
À Folha Z, o pessedista afirma que sua escolha para a chapa de Daniel Vilela foi construída ao longo do tempo
A escolha de Luiz do Carmo (PSD) para ser vice de Daniel Vilela (MDB) encerrou a disputa interna pela vaga, mas abriu nova frente de articulação dentro da base governista.
Atenção: Ao copiar material produzido pela Folha Z, favor citar os créditos ao site. Bom jornalismo dá trabalho!
O novo candidato a vice terá agora a missão de recompor a relação com os 2 aliados que também estavam no páreo, principalmente com José Mário Schreiner (PSD), que ficou bastante contrariado com o resultado.
Ida de Luiz do Carmo ao PSD tem significado político, diz João Campos
O presidente licenciado da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) era um dos nomes mais cotados para compor a chapa e não teria recebido bem a decisão.
A insatisfação chegou ao ponto de José Mário cogitar se afastar da campanha e deixar de atuar diretamente pelo projeto de Daniel Vilela.
A situação exige operação de reaproximação por parte de Luiz Carlos e dos demais integrantes da base.
A intenção é evitar que a frustração com a escolha da vice se transforme em afastamento político justamente em um momento em que o grupo busca demonstrar unidade para a disputa de 2026.
Adriano Rocha Lima, que também participou da disputa pela indicação, teria reagido de maneira mais tranquila à decisão.
Embora, segundo aliados, tenha ficado chateado com o resultado, a avaliação dentro do grupo é de que ele compreendeu a escolha e deve permanecer próximo do projeto governista.
Luiz Carlos, por sua vez, afirma que pretende conversar pessoalmente com os 2.
“Vou conversar com o Adriano e com o Zé Mário para apaziguar qualquer chateação”, afirmou à Folha Z.
Ver essa foto no Instagram






