
Enquanto aguarda julgamento dos recursos, ex-prefeito de Aparecida intensifica articulações e amplia agenda pelo estado
O ex-prefeito de Aparecida de Goiânia, Vilmar Mariano (PSDB), intensificou nas últimas semanas os atos de pré-campanha.
Em entrevista à Folha Z nesta 3ª feira (16), ele afirmou que acredita em uma vitória na Justiça Eleitoral no processo que o tornou inelegível por 8 anos.
Segundo Vilmar Mariano, a condenação será revertida nas instâncias superiores.
“O processo contém erros, e a segunda instância fará as correções necessárias”, afirmou.
Apesar da condenação em 1ª instância, Vilmar Mariano mantém o projeto de disputar vaga de deputado estadual nas eleições de 2026.
Paralelamente, a defesa do ex-prefeito trabalha para reverter a decisão que resultou na suspensão de seus direitos políticos por abuso de poder.
Enquanto aguarda o julgamento dos recursos, Vilmar Mariano percorre suas bases políticas, buscando ampliar articulações pelo estado.
Além disso, o tucano demonstra confiança não apenas na reversão da condenação, mas também em um desempenho competitivo nas urnas.

Vilmar Mariano faz pré-campanha ao lado de Marconi | Foto: Flick/Marconi Perillo
Desde que rompeu com o grupo governista e declarou apoio ao deputado federal Professor Alcides nas eleições municipais de 2024, Vilmar Mariano passou a caminhar ao lado do ex-governador Marconi Perillo (PSDB).
Além disso, o ex-prefeito tem participado de eventos políticos ao lado de Professor Alcides.
Vilmar Mariano e as 3 prioridades para as eleições de 2026
O parlamentar deixou o PL e se filiou ao PSDB para buscar o terceiro mandato na Câmara dos Deputados.
A Justiça Eleitoral condenou Vilmar Mariano por abuso de poder político durante as eleições municipais de 2024.
De acordo com a sentença, ele teria utilizado a estrutura da administração municipal para pressionar servidores comissionados a apoiarem candidatos aliados do grupo político ligado ao então prefeito.
Com a decisão, a Justiça Eleitoral declarou Vilmar Mariano e a ex-primeira-dama e ex-secretária de Assistência Social, Sulnara Gomes Santana, inelegíveis por oito anos.
Além disso, ambos receberam multa de R$ 30 mil.
Segundo a Justiça Eleitoral, houve uso da máquina pública para influenciar o processo eleitoral por meio de exonerações e pressões sobre servidores.
A decisão foi proferida em 1ª instância.
Por isso, ainda cabe recurso aos tribunais superiores.
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