Gracinha define suplência ao Senado; veja quem ficou em 1º e 2º lugar

Gracinha ao lado dos seus suplentes e de Caiado e Daniel Vilela | Foto: Redes sociais

Movimento atende às regras eleitorais e consolida a unidade partidária na disputa pelo Senado


A ex-primeira-dama Gracinha Caiado (União Brasil) confirmou neste sábado (27) o ex-deputado federal Alexandre Baldy (PP) e o ex-presidente da Ceasa, Fião de Castro (União Brasil), como seus suplentes na disputa pelo Senado.

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O anúncio foi feito durante o evento Pra Frente Goiás, realizado em Itumbiara, no Sul do Estado, ao lado do ex-governador e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD).

A chapa da ex-primeira-dama será composta da seguinte forma:

  • Senado: Gracinha Caiado;

  • 1º suplente: Alexandre Baldy;

  • 2º suplente: Fião de Castro.

Ao oficializar Baldy na composição, Gracinha destacou a trajetória política do progressista e elogiou o gesto de desprendimento do aliado.

“Hoje eu tenho a honra e o orgulho de dizer que ele será o meu 1º suplente a senador”, afirmou.

Movimento aguardado

Nos bastidores, a composição já era dada como certa diante do cenário de múltiplas pré-candidaturas ao Senado dentro da base do governador Daniel Vilela (MDB).

Além de Gracinha, o grupo governista também conta com outros nomes colocados para a disputa:

  • Zacharias Calil (MDB);

  • Gustavo Mendanha (PRD);

  • Vanderlan Cardoso (PSD).

Federação União Progressista

Com as novas regras eleitorais e a possibilidade de apenas duas candidaturas ao Senado por chapa, os suplentes precisam obrigatoriamente estar filiados ao mesmo partido ou à mesma federação do titular.

No caso de Gracinha, a condição é atendida pela Federação União Progressista, bloco que reúne União Brasil e PP, siglas às quais pertencem seus suplentes.

Gracinha, Baldy e Fião

Na condição de presidente da Federação União Progressista em Goiás, Gracinha tinha limitações para buscar suplentes fora da composição partidária.

Por isso, nomes de outras legendas da base, como Calil, Mendanha e Vanderlan, estavam descartados para a vaga.

O próprio senador Vanderlan Cardoso precisou filiar seu chefe de gabinete, Pedro Chaves, ao PSD para mantê-lo como suplente, após anos de vínculo com o MDB.

Pedro Chaves ocupa atualmente a 1ª suplência de Vanderlan, mas foi eleito em 2018, em um contexto partidário diferente do atual.


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